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TCU ISENTA DILMA EM COMPRA DE REFINARIA EM PASADENA

E novamente a Dilma é inocentada. Mas como diz o Juremir, “Agora é Tarde.O Golpe já foi dado”.

E o Brasil e os brasileiros estão pagando caro . Estamos perdendo nossa soberania, o povo esta ficando cada vez mais pobre, a industria petrolífera, a industria da construção e a da tecnologia estão sendo sucateadas e liquidadas, nossas reservas de minérios estão sendo entregues a preço de banana…o Brasil agoniza. E se por um lado o golpe foi patrocinado pelo mercado financeiro internacional, por outro lado, a vergonhosa subserviência do empresariado nacional ajudou a impulsionar o golpe e faz com que boa parcela da população tenha perdido toda sua esperança. A Luta de Classes no Brasil chegou a um patamar jamais visto e a Classe Trabalhadora precisa se reerguer. A democracia precisa ser reconquistada. E ela não o será se não houver luta.

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Uma análise do Tribunal de Contas da União isentou o Conselho de Administração da Petrobras, então presidido por Dilma Rousseff, de ter cometido qualquer “ato de gestão irregular” na compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, em 2006; o TCU já havia isentado Dilma de responsabilidade no episódio em 2014; de lá para cá, porém, Nestor Cerveró, que conduziu o negócio dentro da estatal, e o ex-senador Delcídio do Amaral fecharam acordos de delação premiada com a Lava Jato e disseram que a ex-presidente chancelou o negócio sabendo de todos os seus problemas; relatório dos analistas do TCU e do Ministério Público de Contas contraria a versão dos delatores e mostra que eles mentiram para prejudicar Dilma

Brasil 247 Em tomada de contas especial que investiga a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, em 2006, auditores do TCU (Tribunal de Contas da União) isentam o Conselho de Administração da estatal, à época presidido por Dilma Rousseff, de ter cometido qualquer “ato de gestão irregular” no episódio.

O tribunal já havia isentado Dilma de responsabilidade no episódio em 2014. De lá para cá, porém, Nestor Cerveró, que conduziu o negócio dentro da estatal, e o ex-senador Delcídio do Amaral fecharam acordos de delação premiada com a Lava Jato e disseram que a ex-presidente chancelou o negócio sabendo de todos os seus problemas.

O relatório dos analistas do TCU e do Ministério Público de Contas contraria a versão dos delatores.

A polêmica começa em 2006, quando a Petrobras faz o pagamento de US$ 360 milhões por metade da refinaria de Pasadena, adquirida um ano antes pela empresa belga Astra Oil por US$ 42,5 milhões.

“Note-se que a carta de intenções não era vinculante para a companhia porque o Conselho de Administração não deliberou, no mérito, sobre a aquisição dos 50% remanescentes de Pasadena”, diz o texto dos auditores. “Assim sendo, não há que se falar em responsabilização de seus membros nestes autos”.

A ex-presidente sempre afirmou que a primeira etapa da compra, em 2006, só ocorreu porque o Conselho de Administração não tinha todas as informações a respeito do trato.

Ao relator do caso, o ministro Vital do Rêgo, os analistas do TCU recomendam a responsabilização, entre outros, de Cerveró e do ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli e propõem que ambos sejam inabilitados a ocupar cargo ou função pública por oito anos.

As informações são da coluna Painel da Folha e S.Paulo.

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