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#Temerinaceitável ? Quando e Pra quem mesmo? Globo faz cobertura de ato do Movimento #342agora de artistas

Globo e #342agora de artistas golpistas (estariam arrependidos?) fazem ato contra Temer no RJ

Outro dia vi um vídeo circulando nas redes. Era o tal movimento #342Agora. Falava o que todos falam:#ForaTemer. Mas boa parte dos artistas que aparecem no tal vídeo também foram as ruas fantasiados de camisetas da CBF, apoiaram o golpe contra Dilma e ajudaram a abrir a porteira para o fascismo. Agora Paula Lavigne fala de uma “onda reacionária”, que no entanto só foi possível por conta do golpe mafio midiático apoiado por parte dos artistas que agora se fantasiam no tal #342agora. Não me surpreenderei se esta turma na próxima eleição apoiar o mesmo candidato da Globo, que dirá novamente a mesma coisa que disse quando lançou Collor a Presidência. A época Collor era um cara de Alagoas, desconhecido no Brasil, que a Globo transformou no “novo” e no “caçador de marajás”. A “onda” existe, mas boa parte desta turma trabalha no epicentro gerador da “Onda”,  a Rede Globo e a grande mídia.E havia entre os manifestantes, gente de partidos de esquerda, que curiosamente também estavam naquelas famosas mobilizações de 2013, que não eram só por 20 centavos, mas que iludiram muita gente boa e deram o pontapé inicial para o Golpe contra a democracia que ocorreria em 2016. Ou se arrependeram do apoio que deram ao golpe, o que seria bom, ou há outra intenção por trás desta turma, da mesma forma que havia por trás daqueles movimentos de 2013, também amplamente cobertos pela Globo? A ver.

Vai a matéria de O Globo sobre o tal ato de hoje no RJ

Artistas se reúnem contra Temer, Aécio, Gilmar e Crivella no Rio

Movimento é liderado pela produtora Paula Lavigne

Ato organizado pela classe artistica contra o governo Temer – Guito Moreto / Agência O Globo
RIO — Com palavras de ordem contra o presidente Michel Temer (PMDB), o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e mensagens contra a reforma trabalhista e a portaria que alterou as regras para que um trabalhador seja considerado em regime escravo — suspensa hoje pelo STF —, um grupo de artistas faz uma caminhada nesta noite na Avenida Rio Branco, em direção à Cinelândia. Outros gritos entoados na manifestação são “Fora, Crivella”, em referência ao prefeito do Rio, e “sem censura”.

O trânsito está interrompido na avenida, e policiais fazem a escolta do grupo, que saiu da praça em frente à Igreja da Candelária.O movimento foi capitaneado pelo #342 agora, liderado pela produtora Paula Lavigne, e tem a participação de outros grupos. Nesta quarta-feira, a Câmara dos Deputados deverá votar se aceita ou barra o prosseguimento da segunda denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra Temer, esta por organização criminosa e obstrução à Justiça. O nome do movimento é uma referência à quantidade de votos necessária para que a denúncia prossiga.

A manifestação foi convocada pelas redes sociais com o título “Inaceitável”, uma forma de reunir as diversas bandeiras elencadas pelos participantes. Além da classe artística, há representantes de outros setores da sociedade civil no ato.

— Voltamos de uma turnê de dois anos na época da votação da primeira denúncia e vimos que a situação do país era inaceitável. Com certeza (é o pior momento desde o fim da ditadura). Existe uma onda reacionária que chegou com força — afirma Paula.

Para o ator Michel Melamed, que citou as emendas parlamentares liberada pelo governo, mais uma vez, às vésperas da votação, e a gravação de Aécio com o empresário Joesley Batista, a situação “ultrapassou qualquer limite de razoabilidade e decência”:

— Todo mundo ouviu o Aécio dizendo “tem que ser um que a gente mata ante de fazer delação” e viu o (Rodrigo) Rocha Loures (então assessor de Temer) correndo com a mala de propina. Não tem que manter isso aí. É todo mundo contra o Temer — afirmou.

As atrizes Júlia Lemmertz, Alinne Moraes e os deputados estaduais Marcelo Freixo (PSOL) e Carlos Minc (sem partido) também estão presentes. A Polícia Militar do Rio não faz estimativa de público em manifestações.

Ato de artistas contra Temer mostra faixa contra medidas do governo – Guito Moreto / Agência O Globo

 

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