Educação

RS: Sobre a necessária unidade dos professores para seguir a greve contra o desmonte do Estado

Professores

Reproduzo reflexão do Professor Luiz Antoniono Facebook 

Tem um discurso fascista que atualmente anda transpassando por todos os lugares (espaços) e não devemos silenciar sobre suas manifestações!
Entendo que até em nosso meio, nas assembleias sindicais, diga-se aqui na greve do magistério do RS, há diversas instâncias de manifestações políticas e uma delas é o voto, em geral direto e aberto! Não podemos permitir que esta moda dos discursos e do espírito do fascismo chegue até nós! Nossas assembleias e a democracia do povo trabalhador é uma das mais belas expressões. Acredito muito na democracia plena e suas diversas variações manifestas no ambiente daqueles que trabalham!
No entanto, entendo que esta expressão política não esta de acordo com a realidade da classe quando alguns discursos no pós assembléia tratam os votos que foram manifestos da categoria, no caso os votos entre os a favor de voltar da greve e os votos de continuar em greve, enquanto votos de vencedores e derrotados! Ora colegas… enquanto classe estamos todos no mesmo barco e não há entre nós, na trincheira de lutas, vencedores e derrotados… Há no discurso fascista o outro que é visto como um inimigo em potencial… que deve ser eliminado… derrotado… vencido. Na classe trabalhadora quando ocorre o voto é no sentido deliberativo e não no sentido de competição como fazem as elites! Quando alguém diz que derrotou quem era contra a greve e votou pra voltar… que derrotou o Governo… que derrotou a mídia… etc etc… é um tipo de potência inclinada em fazer eco com a moda do fascismo que atualmente vem impregnando as falas de todo mundo! O CPERS deve ficar atento com isso! As direções não deveriam tratar os seus associados que votaram em uma dada opção em dado momento como derrotados sob pena de eliminação de um número considerável até mesmo dos quadros enquanto sindicalizados do CPERS. A categoria está muito fragilizada… sofrendo demais com as violências e os desmandos da patronal, que é o governo, neste momento o Sartori!. Então vamos aprender a respeitar os votos da assembleia para que a outra parte saiba respeitar e aceitar as deliberações e possa cumprir minimamente o que foi decidido no embate pelo voto entre as partes sem ser parte eliminada pelo outro lado autodenominado “lado vencedor”!

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