Petróleo

MARCO MAIA APRESENTA PROJETO QUE PROÍBE REAJUSTE DA GASOLINA E DO GÁS ACIMA DA INFLAÇÃO

REUTERS/Ricardo Moraes

Com as novas regras de reajustes de preços adotadas pela direção da Petrobras, os reajustes nos preços dos combustíveis acontecem até duas ou três vezes por semana; “Enganam-se aqueles que acreditam que subir de forma abusiva o preço dos combustíveis ajuda a economia brasileira, ao contrário, ao subir o preço dos combustíveis também sobe o frete, os custos de produção e em consequência o valor dos produtos básicos a sobrevivência das famílias brasileiras”, diz Maia.

RS 247 O Projeto de Lei (PL 9187/2017) foi apresentado pelo deputado federal Marco Maia (PT-RS) para a Câmara dos Deputados nesta terça-feira (28) e, segundo a matéria, ficam os reajustes de preços dos combustíveis automotivos e do gás de cozinha limitados, em todo o território nacional, aos índices inflacionários medidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com as novas regras de reajustes de preços adotadas pela nova direção da Petrobrás, têm ocorrido reajustes frequentes nos preços dos combustíveis automotivos, que chegam às vezes, a serem feitos duas ou três vezes por semana, em uma atitude claramente desrespeitosa aos consumidores, apenas com o intuito de atender as conveniências e manter o bom fluxo de caixa da empresa, em detrimento dos direitos dos consumidores a um produto não só de boa qualidade, mas também obtido a preços acessíveis a todos.

“Esses reajustes frequentes são um absurdo. Afetam a vida das pessoas que veem reduzidas a sua renda e, é sempre bom lembrar que quando a Presidenta Dilma sofreu o golpe, a gasolina custava em média R$ 2,80 e o gás de cozinha R$ 35,00, hoje, a gasolina é encontrada a R$ 4,50 e o gás de cozinha a R$ 90,00 o botijão. Enganam-se aqueles que acreditam que subir de forma abusiva o preço dos combustíveis estão contribuindo para a saúde da economia brasileira, ao contrário, ao subir o preço dos combustíveis também sobe o frete, os custos de produção e em consequência o valor dos produtos básicos a sobrevivência das famílias brasileiras. Portanto, ao invés de ajudar o Brasil a superar seus entraves econômicos, apenas contribui para aprofunda-los ainda mais. Não é razoável que o povo pague a conta da sanha arrecadatória do governo golpista e da Petrobras”.

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