Fascismo

Ana Amélia Lemos, Alckmin e o fascismo que não grita mais só impropérios,mas também já agride e mata

O fascismo é uma doença contagiosa inoculada na sociedade através dos meios de comunicação, que semeiam sentimento de insegurança e medo. O medo gera o ódio e o ódio gera a violência. A violência aprofunda o medo e assim a classe dominante sustenta o que deveria ser insustentável. Mussolini e Hitler foram guindados ao poder pelo povo que já não encontrava mais ressonância as suas demandas nas instituições. O golpe de 2016 iniciado ainda em 2013 pela pregação da criminalização da política, tendo por alvo o PT e seu governo, teve amplo apoio dos políticos em epígrafe e seus pares. Por outro lado, a esquerda em geral e o PT em especial, com seu jeito “republicano”, não se atentou para o que nascia ali, incentivado pela Rede Globo e disseminado de forma ensandecida por robôs e até gente de carne e osso nas redes sociais. A força da comunicação em tempos de Internet jogou o Brasil no caos que vivemos hoje. O golpe contra Dilma e a ascensão do crime organizado ao poder central m Brasilia foi só mais uma etapa também apoiada por Ana Amélia, Alckmin e uma plêiade de políticos corruptos ou a soldo dos interesses do capital. Ajudaram a colocar Temer e sua corja no poder  governam com ela, destruindo e entregando o patrimônio nacional, direitos trabalhistas, empregos e programas sociais.

Quem for ler na história, vira semelhante caldo efervescente no período que antecedeu a ascensão de Hitler e Mussolini ao poder. Quem ler só umas linhas a mais, verá que depois da ascensão destes, o ódio aos diferentes passou a ser pregado com mais vigor e assim foram sendo eliminados judeus, negros, artistas, gays, lésbicas e todos que fossem diferentes do Fuhrer alemão, do Duce italiano e dos que o seguiam.
O Nazismo e o fascismo foram fruto da incompetência dos políticos representantes da Classe dominante em negociarem com os políticos da esquerda, representantes em sua maioria dos interesses do povo e da classe trabalhadora. Não quiseram mais negociar. Não toleravam mais avanços em direitos civis. E passaram a incentivar e propagar o ódio e a violência inoculados através dos meios de comunicação da época. “Repetir mil vezes uma mentira faz ela virar verdade ao senso comum” ensinava Goebels, Ministro da Propaganda de Hitler.  Ana Amélia e Alckmin são desta estirpe de políticos que almejam ser mais, mas poe capachos da Classe dominante que são, não conseguem passar do que são. E na sua inveja, não querem permitir que outro, ainda mais um trabalhador, chegue aonde eles jamais chegarão. E com sua verve bandida incentivam o ódio e a violência aquilo que as pesquisas mostram, jamais chegarão a ser. Políticos da estirpe de Alckmin e Ana Amélia, incensados pela grande mídia, com seus discursos só acirram o ódio e a violência aqueles que lhe são “diferentes”. Afundam o Brasil como nação e jogam o povo na barbárie. A violência de pequenos grupos contra Lula no Sul, o assassinato da Vereadora Marielle e dos jovens assassinados em Maricá, a prisão do Padre Amaro no Pará sob falsas acusações,  sinalizam o avanço do fascismo para um patamar mais violento e cada vez mais enfronhado também nas corporações e estruturas do Estado. Ou há a reação das pessoas e políticos de bem e democratas de verdade, ou o Brasil sucumbirá e nos tornaremos algo parecido com o México, onde quem manda nas ruas é o tráfico, respaldado por policias corruptas e políticos hipócritas que só pensam em si.

E pra quem não viu o ensandecido discurso de Ana Amélia elogiando a violência contra estudantes, jovens e o povo que foi ver Lula na sua passagem pelas cidades do sul, repito ele aqui, para que não haja dúvidas:

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