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Ataque de Bolsonaro contra política indigenista: Nova ministra suspende contrato de R$ 44,9 milhões da Funai

Valor chamou a atenção de Damares Alves, titular da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos. Representam 10% dos recursos anuais da Entidade e só foram liberados por Lei aprovada no Congresso em Dezembro. O Contrato feito entre dois órgãos federais é absolutamente legal mas Damares, a mando de Bolsonaro, vê indícios de irregularidades. Com este corte, muitoi provavelmente parte dos serviços da FUNAI ficarão suspensos e os Índios prejudicados. Podemos estar falando do começo do genocídio de indígenas no Brasil, mas amparado por maldades protegidas por Ministros como Damares e Moro e respaldado por um STF subserviente. O Brasil agoniza.Leia sobre o Orçamento da FUNAI clicando aqui

e Leia a seguir matéria Do Estadão sobre a suspensão dos 44,9 milhões:

Três dias antes de encerrar o governo de Michel Temer, a Fundação Nacional do Índio (Funai) assinou um contrato de 44,9 milhões de reais com a Universidade Federal Fluminense (UFF). O acordo para elaborar um projeto de “apoio institucional ao desenvolvimento do projeto Fortalecimento Institucional da Funai” não foi firmado por meio de um processo licitatório tradicional e de concorrência, mas sim por uma contratação direta entre os dois órgãos federais.

O acordo foi suspenso nesta quarta-feira, 2, por Damares Alves, nova titular da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, que no novo governo é responsável pela fundação. Chamou a atenção da ministra a “vultosa” quantia de dinheiro envolvido no contrato.

O presidente da Funai, Wallace Bastos, declarou que não se trata de um contrato sem licitação, mas de um Termo de Execução Descentralizado. “Além de ser uma expressão tecnicamente incorreta, ‘contrato sem licitação’ pode dar a equivocada ideia de ‘burla’ aos procedimentos legais”, afirmou. “A suspensão foi solicitada para que o ministério possa avaliar os termos do TED.”

Segundo Bastos, o termo é um instrumento comumente usado entre órgãos públicos e que, neste caso, foi firmado “entre duas entidades federais e não um contrato com um particular”.

Questionado sobre a razão de assinar o contrato no apagar das luzes do governo, o presidente da Funai afirmou que os recursos “foram disponibilizados por meio de um Projeto de Lei que só foi aprovado e sancionado em meados de dezembro”.

Wallace Bastos não informou se outras instituições ou empresas foram procuradas pela Funai para elaborar o projeto, nem se obteve outros orçamentos. Ele também não soube informar de quem é a autoria do referido projeto de lei.

Um pensamento sobre “Ataque de Bolsonaro contra política indigenista: Nova ministra suspende contrato de R$ 44,9 milhões da Funai

  1. ESTA SENHORA É MUITO DESQUALIFICADA PARA CARGO VALE PENA RESALTAR QUE MESMA NÃO POSSUI CONDIÇÕES PSICOLOGICA E MORAL PARA OCUPAR CARGO DE MINISTRA FAZENDO QUE O GOVERNO FIQUE DEMORALIZADO

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