Meio Ambiente

Gleisi Hoffmann presta solidariedade às famílias de Brumadinho-MG

Presidenta nacional do PT divulgou mensagem de apoio à vítimas e apontou que “cedo ou tarde a privatização cobra seu preço da população”

Ao menos 19 municípios mineiros devem ser atingidos pela onda de lama

A presidenta nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann, prestou sua solidariedade às famílias atingidas após a barragem da Vale em Brumadinho-MG, romper na tarde desta sexta-feira (25). O rompimento aconteceu cerca de três anos após a tragédia de Mariana, também no estado. Especialistas apontam que a lama deve atingir ao menos 19 municípios.

Segundo Gleisi, mais uma vez a privatização de empresas em setores de grande impacto ambiental ou social “cobra seu preço da população”. A presidenta apontou que a impunidade do caso da barragem da Samarco, em Mariana, mostra que a política de privatizações generalizadas só traz sofrimento ao povo.

“A privatização de empresas em setores de grande impacto ambiental ou social, mais cedo ou mais tarde cobra seu preço da população. Ainda mais quando há impunidade de ocorridos anteriores, como no caso da Barragem de Samarco em Mariana. Esta, pela extensão que está sendo prevista, pode ter as mesmas consequências. É mais um alerta, doloroso, de que a política de privatizações generalizadas com o afrouxamento de regras para conservação e preservação ambiental podem aumentar, e muito, tragédias como estas.

Gleisi também criticou as já anunciadas políticas de Jair Bolsonaro, que pretende privatizar mais estatais e enfraquecer a fiscalização ambiental. “A persistir com estas políticas já anunciadas, o governo Bolsonaro vai piorar as coisas. Só a ganância de ter lucros exorbitantes explica tanto desinteresse com a vida humana e com omeio ambiente”, criticou a presidenta.

“Tragédia anunciada”

Segundo o promotor Guilherme Meneghin, da 1ª Promotoria de Mariana, que atuou no rompimento da barragem da Samarco, o rompimento da barragem de Brumadinho é uma “tragédia anunciada”.

Ainda de acordo com Meneghin, a Vale, empresa responsável pela barragem, “tem completa noção de que todas as suas barragens de rejeitos, nessa configuração de barragens – à montante nas comunidades –, inevitavelmente em algum momento vão ser rompidas”, disse ao portal O Tempo.

Da Redação da Agência PT de Notícias, com informações da Rede Brasil Atual

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