Antes do artigo do Nassif, um comentário deste humilde blogueiro: Nações inteiras e suas instituições foram destruidas pelas guerras hibridas levadas a efeito pelo império e o capital financeiro. Em 2011 as tais “revoluções coloridas” no mundo árabe destruiram a democracia e instituições de nações antes preponderantes. Países como a Líbia do Líder Kadaffi, viraram uma anarquia onde tribos e gangs comandam. No Egito pós pseudo revolução houve um interregno de meses, onde uma eleição democratica elegeu um Presidente. A tal “revolução colorida”egipcia, provocada via redes sociais, seguiu até derrubar o Governo democraticamente eleito e impor também ali uma ditadura militar títere do império. Na Síria, Erdogan resistiu junto com o povo Sírio e as estruturas e instituições do país foram estraçalhadas. Na América Latina várias intentonas das guerras híbridas aconteceram, e no Brasil 2013 foi o começo da guerra hibrida que acabou por derubar a Presidenta legitimamente eleita e teve seuqncia com a repetição a exaustão de mentiras via grande mídia e Redes Sociais, que culminaram com a Prisão do Presidente Lula e a consequente eleição de Bolsonaro, um militar evolvido até o pescoço com as milícias e o crime organizado, o que só agora a mídia publica, mesmo já tendo conhecimento anterior das relações do Capitão. Parecem prontos a derrubá-lo. Vão impor uma Ditadura Militar, dando um golpe dentro do Golpe e colocando o General, Vice que não foi eleito, de capitão do mato do império e do capital financeiro, para gerir a destruição da nação, como fizeram no Egito? Ou vão deixar que o Brasil vire uma Líbia, com as instituições liquefeitas e a nação entregue a gangues, milícias e organizações criminosas? Pro povo, com qualquer uma das opções, só restará a barbárie. Ou a Classe Trabalhadora, com suas novas feições, provocadas pelas novas tecnologias, resgatará sua consciência e seu papel e reconduzirá o Brasil ao caminho do desenvolvimento sob a batuta do grande Lider Lula, liberto dos grilhões injustos que lhe imPuseram? Faço este comentário, por que Nassif chama as instituições a recuperarem seu papel, se desvenciliarem do entreguismo e defenderem a nação.
- O filme “Um cidadão acima de qualquer suspeita” é um clássico do cinema italiano dos anos 70. Recomenda-se que assistam, para entender um pouco da realidade brasileira.
Com a informação de que o homem detido hoje, acusado da morte de Marielle, mora no mesmo condomínio do presidente Jair Bolsonaro, surge mais um indício forte do envolvimento da família com as milícias que executaram a ex-vereadora Marielle.
De tudo o que saiu publicado até agora, descontando os milicianos homenageados por Flávio Bolsonaro na ALERJ, há três elementos-chaves nessa história:
- Luiz Braga, o Zinho, chefe de milícias, acusado de ter contratado o assassino.
- Capitão Adriano: um dos chefes do Escritório do Crime, onde o assassinato teria sido encomendado
- Ex-PM Roni Lessa, detido hoje sob a acusação de ter participado diretamente do assassinato de Marielle.
Vamos analisar as relações dos três com os Bolsonaro:
Zinho – comanda uma milícia que tem três integrantes diretamente envolvidos com Flávio Bolsonaro: os gêmeos Alan e Alex Oliveira, seus seguranças na campanha, e sua irmã Valdeci, tesoureira do PSL.
O motorista Queiroz – suspeito de ser o elo dos Bolsonaro com a milícia do Rio das Pedras, e de lavar dinheiro confiscado do salários dos assessores.
A propósito do PSL, outra linha de investigação remete ao governador Wilson Witzel. Não apenas comemorou a morte de Marielle, participando da cerimônia de quebra da placa com seu nome, como tem como um de seus assessores de segurança um miliciano acusado de vários crimes.
Capitão Adriano – tido como o chefe do Escritório do Crime. Esposa e mãe foram empregadas por Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa.
Roni Lessa – foi detido em sua casa, no mesmo Condomínio onde tem residência Jair Bolsonaro. Certamente haverá uma investigação jornalística para explicar as afinidades políticas e milicianas dos moradores do condomínio.
Queiroz – é questão de tempo para ser detido e interrogado.
Enfim, aproxima-se o momento crucial, que pode revelar um país ameaçado de ser tomado pelas milícias. Seu poder intimidatório, somado aos das milícias virtuais alimentadas pelos Bolsonaro, em nada fica a dever aos porões da ditadura. É um poder paralelo e assassino.
O destino do país, mais do que nunca, dependerá das instituições. É hora do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público Federal e das próprias Forças Armadas começarem a se preparar para uma luta inevitável em defesa do país.
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Eu acho engraçado porque não cita a ligação que o PCC tem com o PT né?
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Que ligação seria esta? Onde? Como? Escreve aí.Mas não vale ilação ou fake news. E te preocupa em escrever a verdade, por que vou printar e encaminhar o que mandares.Falsas acusações tem punição na lei.
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