PREVIDÊNCIA

Com linguagem de guerra, burocratas apóiam Guedes na destruição da Previdência e da Aposentadoria do povo

“Nenhuma rendição, nenhum recuo” escreveram asseclas de Guedes em mensagens ao Chefe e nas redes sociais. É a Luta de Classes. E o objetivo da Classe dominante é destruir a Previdência, aposentadoria e direitos dos trabalhadores. Guedes já disse que se “não poupar R$ 1 trilhão, não vale a pena”. Vai “poupar” para quem? Este um trilhão é um terço do dinheiro que circula no Brasil, por pagamento de aposentadorias, licença maternidade, auxilio doença, auxilio acidente de trabalho, pensão, BPC. Em mais de 80% dos casos, o valor é de um salário mínimo. Este dinheiro existe e circula. Se for “poupado”, parará de circular, mas não deixará de existir, por anualmente os brasileiros produzem um PIB de R$ 3 trilhões. Então, onde se guardam “poupanças”? Nos bancos. E quem ficará com este dinheiro poupado, que já não girará mais e não gerará mais emprego nenhum, por que as pessoas já não terão nem pra comprar no boteco da esquina ou no mercadinho do bairro? Os banqueiros ficarão com este dinheiro. E o povo ficará mais pobre e a fome aumentará. Ou alguém acha que o Guedes ou o dono do Bradesco compram produtos no mercadinho do bairro de classe média ou no armazém da cidade do interior? É a Luta de Classes. Ser Contra a Reforma da previdência é defender o direito do povo continuar tendo a esperança de ter emprego e melhores condições de vida quando finalmente a uruca for afastada e o Governo Bolsonaro seja derrotado nas próximas eleições.
Leia o artigo da Folha de Hoje:

ministro Paulo Guedes, da Economia, deve ir à Câmara dos Deputados na próxima semana com a tropa de elite da pasta. Há um consenso de que o ambiente será mais adverso que o do Senado.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de audiência da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado
O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de audiência da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado – Pedro Ladeira/Folhapress

Guedes levará com ele o secretário da Previdência e Trabalho, Rogerio Marinho, seus adjuntos, Bruno Bianco e Leonardo Rolim, o assessor especial Marcelo Siqueira e José Levi, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Entre outros.

Um dos desafios do ministro, de acordo com integrantes de sua esquipe, será se manter calmo diante das provocações e passar incólume pela pressão e eventuais cascas de banana.

Durante a exposição de Guedes no Senado, o núcleo duro de assessores do ministério enviava a ele mensagens de incentivo pelo WhatsApp. “Paulo, você foi brilhante. Você nos inspira e nos dá muito orgulho de fazer parte de sua equipe”, dizia uma das mensagens.

O slogan do grupo também era repetido: “No surrender, no retreat! [nenhuma rendição, nenhum recuo]”, escreviam, em letras maiúsculas, para o ministro.

Na avaliação de um de seus mais próximos assessores, ainda é possível consolidar, no Congresso, uma aliança de centro direita em torno do programa liberal proposto por Guedes. Apesar dos ruídos.

Nessa visão otimista, estaria havendo uma acomodação natural, embora um tanto turbulenta, já que Jair Bolsonaro foi eleito sem o centro —mas precisa dele para governar.

Assim como o Ministério da Economia, que colocará dez economistas de plantão na Câmara para esclarecer dúvidas dos deputados sobre a Previdência, a liderança do PSOL fará o mesmo.

Mas com sinal invertido.

O partido está convocando economistas da Unicamp contrários às propostas para conversar com os parlamentares, às terças e quartas-feiras.

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