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Brasil a venda: Enquanto Bolsonaro quer exportar Bijuterias, Guedes vende REFAP e refinarias

Refinaria transforma Petróleo Bruto, do qual o Brasil é grande produtor, em Gasolina, Diesel, Gás e derivados. Se o Refino for entregue, passa a valer a Lei do Mercado: O maior lucro possível no menor espaço de tempo. E quem paga este lucro aqui no Brasil são os…brasileiros. Os derivados vão subir mais. E para um país onde boa parte da população já voltou a cozinhar em Fogo a Lenha, é bom ir se preparando para um grande aumento no desmatamento. Mas o Presidente da República vai ao G 20, das 20 nações mais ricas do mundo, dizer que o Brasil agora quer exportar …Bijuterias. O Petróleo, os seus derivados, a energia, a água, “isto daí” fica pra iniciativa privada. Quando o Brasil e os brasileiros acordarão desta loucura???

Segue matperia da Zero Hora sobre a entrega de um dos orgulhos do Povo Gaúcho e Brasileiro, a REFAP – Refinaria Alberto Pasqualini

Petrobras divulga detalhes da venda da Refap e quem poderá comprar a refinaria do RS

É uma das refinarias que entram no plano de desinvestimentos da estatal

Petrobras iniciou a etapa de divulgação das oportunidades, que chama deteasers, referentes à venda de ativos em refino e logística associada no país. São como prospectos ou até mesmo um guia para interessados em comprar as refinarias que a estatal se desfazendo. Os desinvestimentos representam 50% da capacidade de refino nacional, totalizando 1,1 milhão de barris por dia de petróleo processado. A ação considera a venda integral da Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), que fica em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Além dela, engloba a comercialização da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), Refinaria Landulpho Alves (RLAM), Refinaria Gabriel Passos (REGAP), Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) e Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR), assim como os ativos logísticos integrados a essas refinarias.“A venda dessas oito refinarias será conduzida de acordo com a Sistemática de Desinvestimentos da Petrobras, por meio de processos competitivos independentes, que ocorrerão em duas fases.” – diz trecho do comunicado enviado pela Petrobras ao mercado.A primeira fase começa nesta sexta-feira (28). Inclui a Refap, no Rio Grande do Sul, a Renest, de Pernambuco, Rlam, na Bahia, e Repar, no Paraná. Os teasers contêm as principais informações sobre os ativos e os critérios de elegibilidade para a seleção de participantes. O material está disponível já no site da Petrobras.No material, a Petrobras informa que contratou o Citi como assessor financeiro para o processo. Interessados em comprar a Refap devem noticiar o banco até 16 de agosto. Informações começarão a ser distribuídas em 15 de julho para compradores em potencial que tenham assinado o termo de confidencialidade. Podem participar empresas do setor de óleo e gás, com receita anual em 2018 superior a US$ 3 bilhões, ou investidores financeiros, com ao menos US$ 1 bilhão em ativos. No Rio Grande do Sul, os ativos à venda compreendem a refinaria de petróleo, dois terminais de armazenamento e um conjunto de oleodutos extensos. Eles interligam a refinaria e os terminais, dando acesso direto à cadeia de suprimento de petróleo e ao mercado consumidor de derivados de petróleo.  Segundo a Petrobras, o Cluster Refap representa 9% da capacidade de refino de petróleo do país, ou seja 208 mil barris por dia. A última ampliação ocorreu em 2006. “O Sul apresenta um dos mercados de derivados de petróleo mais maduros do país, com previsão de crescimento estável da demanda nos próximos anos(…)Mercado protegido devido à posição geográfica mais isolada dos principais mercados internacionais de petróleo e dos outros clusters de refino no país”,destaca a empresa no prospecto de venda.Os principais produtos fabricados na Refap são: diesel, gasolina, GLP, óleo combustível, querosene de aviação, solventes, asfalto, coque, enxofre e propeno. A refinaria começou a operar em 1968. Os teasers da segunda fase, que compreendem outras refinarias, serão divulgados ainda este ano. As principais etapas serão informadas ao mercado no decorrer do processo.  “Os desinvestimentos em refino estão alinhados à otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os nossos acionistas.” – reforça a Petrobras, seguindo no discurso que a estatal tem adotado e que agrada os investidores. Mercado acredita que a empresa precisa ter foco na exploração de petróleo para ter melhor desempenho.  

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