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“EUA tratam a América Latina como seu quintal”, diz CEO da Huawei

Lula elevou o Brasil a partícipe da geo política e economia mundial. O BRICS foi a demonstração disto. Em apenas 3 anos de golpe o Brasil vai ao fundo do poço e vira só uma “colônia” a ser disputada por EUA e China.

De forma torta, e com a sustentação de um governo proto fascista, se realiza a “Teoria da Dependência” de FHC. Enquanto Bolsonaro destrói a cultura e o orgulho nacional, a chinelona elite econômica brasileira entrega as riquezas nacionais e as Estatais brasileiras ao capital financeiro que capitaneia o império do norte. De outro lado, o império do oriente apresenta sua discordância com o domínio americano e quer ele dominar por estas plagas. Em qualquer uma delas o povo brasileiro e até parcela significativa dos que se julgam elite, serão engolidos enquanto as riquezas nacionais serão todas extirpadas.

Urge uma Frente Ampla em Defesa da Soberania, da Democracia e contra o fascismo. Enquanto ela não vem, as riquezas nacionais e o orgulho de ser brasileiro vão sendo duramente atingidos e feridos. O que seria do Império do Norte ou do Império do Oriente se retomássemos o caminho que Lula incrementou na geo política internacional? Triste.

Leia o artigo do VALOR ECONÔMICO com o CEO da Huawei, multi nacional Chinesa de Tecnologia:

Durante entrevista, na qual o Valor foi o único jornal brasileiro presente, Ren Zhengfei mostrou não temer a guerra comercial com os EUA nem aceitar ser acuado


Em sua primeira entrevista à imprensa latino-americana, o CEO da Huawei, Ren Zhengfei, revidou a pressão americana contra a expansão da empresa no continente. “Os Estados Unidos tratam a América Latina como seu quintal. Nosso objetivo é ajudar a América Latina a sair desta armadilha e manter a soberania de seus países. A América Latina é o melhor lugar do mundo”.

A entrevista, que aconteceu na sede da Huawei, na cidade chinesa de Shenzhen, teve a participação da imprensa de seis países da América Latina. O Valor foi o jornal brasileiro presente. Outros seis órgãos da imprensa espanhola também participaram.Ao comentar as perspectivas da Huawei em cada país, Ren Zhengei procurou convencer a opinião pública latino-americana das vantagens competitivas da China em relação aos Estados Unidos nas relações com o continente. “A tecnologia 5G chegará num momento em que falta impulso para o Brasil ultrapassar os Estados Unidos.”Indagado sobre as perspectivas para o leilão do 5G que acontecerá no próximo ano no Brasil, Ren Zhengfei sinalizou sua preocupação: “A legislação brasileira é muito complicada e pode ser uma barreira para o desenvolvimento tecnológico. Devemos vencer a barreira da legislação e as restrições politicas”.Ao dizer que a grande aposta da Huawei é a inteligência artificial, Ren não teve receio em dizer, para a opinião pública de um continente assolado pelo desemprego que esta nova fronteira tecnológica pode “reduzir o número de funcionários e diminuir os conflitos trabalhistas”.O CEO da Huawei também não se preocupou em reproduzir estereótipos sobre o Brasil: “Com distribuição da riqueza pelo governo e o desenvolvimento tecnológico das empresas, o brasileiro poderá se dedicar mais ao samba, que nunca poderá ser substituído pela inteligência artificial”.Ren Zhengfei minimizou a prevenção contra a China demonstrada pelo presidente da República na sua campanha eleitoral. “Quando o presidente conhecer a Huawei vai mudar eventuais opiniões que tenha tido no passado”, disse.Demorou-se ainda a falar sobre as perspectivas da Huawei na Argentina e no México. Sobre o vizinho brasileiro, que voltou recentemente ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e pode ficar mais suscetível às pressões americanas, disse esperar que as relações fossem estreitadas para que possa “vender mais sua carne para nós e contribuir com o desenvolvimento científico da agricultura chinesa”.Sobre o México, Ren Zhengei disse que a Huawei vai construir naquele país uma planta para a pesquisa e desenvolvimento de armazenamento de dados em ‘nuvens’ e sinalizou que a parceria com a operadora americana AT&T naquele país pode vir a ser usada como instrumento de pressão na disputa com os EUA: “A AT&T tem forte presença no México e 90% de seus equipamentos são da Huawei. Testou lá as inovações tecnológicas que foram levadas aos Estados Unidos. Foi assim que os EUA começaram a prestar atenção na Huawei”.Incluído, em maio, pelo governo americano, numa lista de empresas banidas pelo país, a Huawei tem conseguido prorrogar contratos com fornecedores americanos como Intel e Microsoft, mas já enfrenta restrições efetivas com o Google. Por isso, tem buscado sistemas operacionais alternativos, como o Harmony, para seus computadores e celulares. Ren Zhenquist disse, porém, que espera que esta seja uma saída breve: “Sem a Intel, os chips e os microprocessadores americanos, não teríamos chegado onde estamos hoje. Espero que as restrições sejam temporárias”.Ao longo de toda a entrevista, que durou duas horas, o CEO da Huawei manteve a postura de quem não teme a guerra comercial entre a China e os EUA nem aceita ser acuado. “A disputa com os EUA não criará um novo muro de Berlim porque a era da informação não comporta muros. Depois da recessão econômica, os Estados Unidos perderam mercado. Se não pode fornecer para o mundo inteiro, o país deve se conformar em reduzir sua presença na economia mundial.”Ao longo da entrevista, foi confrontado com questões como a contradição de o governo chinês não aceitar restrições americanas mas limitar o acesso à internet no país ou a prisão, por 250 dias de um ex-funcionário da empresa. “Muitos chineses acreditam que a China é perfeita, mas temos muitos conflitos internos e dificuldades”, disse.Assim como tem feito desde o fim do ano passado, quando passou a dar mais entrevistas como estratégia para enfrentar o cerco americano, Zen repetiu a ideia de que seus equipamentos não têm ideologia, são apenas condutores de informação. Não tergiversou, no entanto, em tomar posição contra as fake news, cuja difusão ganhou velocidade na era a informação: “São prejudiciais à sociedade. A lei deve controlar sua difusão com restrição ou mesmo a suspensão das contas que as utilizem”.

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