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A macabra Matemática que não fecha: Nº de Contaminados aumenta X mortos que diminuem significativamente (será?)

Pressão do empresariado no Brasil inteiro faz Prefeitos se rebelarem contra Governadores que mantém regras mais rígidas de afastamento social. A bagunça é generalizada. As regras são diferentes Estado a Estado. O único grupo que conseguiu manter uma razoável unidade nas ações são os Estados do Nordeste. Não há sequer um Ministro da Saúde, cargo ocupado por um General que não entende nada de Medicina e nem de Saúde.

Não há testes em massa da população e nem sequer prefeitos e governadores, que deveriam estar preocupados com isto, demandam os testes em massa.

Testes em massa foram feitos no VIETNÃ bem no começo da pandemia. Os doentes foram isolados, tiveram o necessário apoio do governo e a vida seguiu, incluindo o tal “mercado” tão caro aos capitalistas. E não houve uma morte sequer no Vietnã por Corona Vírus.

Já aqui no Brasil, nem números confiáveis o Governo fornece, por que queria manter tudo aberto pra que muitos se contaminassem e muitos logo morressem, pra economia poder voltar com tudo segundo o necro presidente.

Aí aparece o “Consórcio de mídia” pra medir os números. E eis que a matemática toma outro rumo: O número de contaminados segue aumentando, mas o número de mortos esta caindo. Oi? O que mudou de uma semana atrás para esta?

No RS Prefeitos sacam de suas cartolas leitos de UTI que não apareciam nos registros e põe em maus lençóis (ou em más bandeiras?) o Governador do Estado, pra dizer que há leitos disponíveis e por isto dá sim pra liberar o povo por que há “condições técnicas” para tanto. Prefeitos se rebelam e querem abrir tudo rápido…

Os donos da narrativa começam a construir a saída que Bolsonaro queria desde o começo. Mandar muita gente pra rua e “se tiver que morrer, morrerá muita gente”, como já dizia o Presidente.

Tô esperando até agora uma explicação lógica pra este descompasso entre o número de contaminados que segue aumentando muito e o numero de mortos que diminuiu pela metade. E não me venham dizer que avançou e melhorou o atendimento, por que não é isto que aparece quando se vê caixões indo aos cemitérios e nem quando se vê as filas de espera para atendimento.

Para quem perder um ente, ficara a sensação da perda individual, mas para o coletivo senso comum ficará a ideia de que o número de mortos esta caindo e portanto a periculosidade já passou e…que dá pra voltar a trabalhar, até por que o Governo Central dificulta que qualquer dinheiro público chegue ao povo e não se vê cobrança dos Governos Estaduais e Municipais para que o dinheiro chegue ao povo. Cada Governante tá mais preocupado com suas contas do que com as contas do povo.

Assim o Estado, suas políticas públicas e a própria nação vão sendo desmontados a olhos vistos e o povo que continua ludibriado pelas narrativas da classe dominante, segue ao abatedouro e ao tempo em que tecnologias e as narrativas que por elas vem, lhe servirão de grilhões.

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