economia

“Renda Brasil”: Governo quer tirar dinheiro de pobres para dar aos que ele deixou na miséria e deixar ricos…mais ricos

Ele quer acabar com o Abono Salarial (PIS) dos trabalhadores que ganham até 2 salários mínimos e Seguro Defeso dos pescadores. Acaba também o Bolsa Família e o Programa Farmácia Popular que entrega remédios contra Diabetes, Asma,Colesterol, osteoporose, anticoncepcionais, glaucoma, fraldas geriátricas, etc…para indivíduos pobres com estas doenças.

Ou seja, vai tirar dos pobres, ou trabalhador que dá duro pra ganhar um salário mínimo não é pobre? Acaso quem vai na farmácia popular é milionário? E os Pescadores artesanais, que ganham durante 3 meses por ano um salário mínimo do governo são ricos?

Teria uma forma bem Simples de melhorar a vida do povo com a tal “Renda Brasil” . Regulamentar o Artigo da Constituição que estabelece IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS E SOBRE DIVIDENDOS DE LUCROS SOBRE AÇÕES. E não tirar de pobres trabalhadores para dar a miseráveis. Aliás, miseráveis que tinham deixado de ser miseráveis no PROGRAMA BRASIL SEM MISÉRIA, que o atual governo simplesmente mandou as favas.

Mas ao acabar com o Bolsa Família o governo pretende na verdade acabar com o Cadastro Único das Políticas Sociais que tem regras universais de distribuição de renda e encaminhamento a serviços. Quem precisa mais é atendido antes, independente da cor partidária, igreja ou qualquer outra identificação que tenha.

Publico a seguir o excelente artigo do Fernando Brito no TIJOLAÇO

Big Bang adiado. O truque ainda não está pronto

O grande espetáculo circense previsto para acontecer neste terça-feira foi adiado. Paulo Guedes e Jair Bolsonaro não anunciarão mais amanhã o que o ministro chama de “Big Bang”, a recriação do universo a partir de seu gabinete tecnocrático.

De outros detalhes sobre o truque já ficamos sabendo, como o de que será de 247 reais o benefício oferecido aos desvalidos da sorte. Como chegou-se a este valor? Ah, é um cálculo complicado, que deveria levar em conta as necessidades mínimas de sobrevivência mas que, na prática, foi estabelecido assim: “pega o benefício médio Bolsa Família (R$ 191) e bota 30% a mais”.

Ficamos sabendo, ainda, que além do abono do PIS, do seguro-defeso e do salário família, vai “rodar” também o programa “Farmácia Popular”, que reduz o preço de remédios para hipertensão, diabetes e asma e reduz o preço dos para colesterol, Parkinson, osteoporose, glaucoma e anticoncepcionais, assim como as fraldas geriátricas. Tudo supérfluo, não é?

Parece que está em curso um “cata-cata” de recursos para financiar o que esperam seja um “Bolsa Bolso” e, sinceramente, que é tão fácil aprovarem-se as ampliações quanto o parlamento dar um voto pela extinção dos benefícios que Guedes pretende cortar.

Ou alguém acha que candidato a prefeito quer ter a fama de tirar o remédio dos velhinhos?

O Governo não está, porém, nem um pouco preocupado com a viabilidade política de seu “Big Bang”.

O essencial é que a “culpa” pelo fim do auxílio emergencial fique “com os políticos” e estes, pressionados pelo clamor público dos milhões de beneficiários seja pressionado a votar o “dá ou desce” governamental.

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