CoronaVírus/Vacina

ANVISA proíbe Vacina SPUTNIK V: Enquanto milhares morrem, Laboratórios disputam mercado. #QuebradePatenteJá !

A Argentina é um dos 61 países do mundo que já autorizaram e aplicam a SPUTNIK V

Enquanto os Estados Unidos tem vacina “para dar e vender”, Bolsonaro, seus militares e até técnicos parecem estar totalmente dominados pelo mal. A SPUTNIK V já é esta autorizada em 61 países no mundo, mas a outrora Técnica ANVISA se envolve de forma vergonhosa na disputa entre laboratórios privados do mundo.

Foi notícia no mundo todo a Pressão de Biden e do Governo Americano para que O Brasil não compre a Vacina Russa.

Mesmo assim, de forma correta e preocupado com o povo, o Consórcio Nordeste adquiriu as Vacinas que o títere Governo dos Militares Pazuello e Bolsonaro se recusou a comprar.

Por esta razão, é premente que o Senado aprove o PL 12, DA QUEBRA DE PATENTE DAS VACINAS, nem que seja temporariamente, por que isto possibilitará que Laboratórios Brasileiros que tem experiência em Produção de Vacinas, incluindo vários ligados ao agro negócio, fiquem liberados para Produzir todas as vacinas em circulação no mundo.

Isto possibilitará que tenhamos a quantidade necessária de Vacinas mais rápido e a um preço muito menor.

Não é possível que deixemos morrer milhares de brasileiros enquanto assistimos a uma disputa sobre quem pode e não pode vender Vacinas. Por que é disto que se trata.

#QUEBRADEPATENTEJÁ !

Segue matéria do BRASIL DE FATO sobre a estranha recusa da ANVISA em aceitar a SPUTNIK V, que já é aceita e aplicada em 61 países no mundo, incluindo a Rússia, país onde ela foi criada.

Técnicos da Anvisa recomendam reprovação da importação da vacina Sputnik V

Gerentes da agência apontaram falta de documentos e possíveis riscos à saúde como motivos para rejeição

Gerentes se reuniram para cumprir decisão do ministro Lewandowski – Foto: Governo do Estado de SP

Os técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendaram a reprovação, nesta segunda-feira (26) da importação da vacina Sputnik V para o combate à pandemia de covid-19. De acordo com os gerentes, existe uma falta de documentos para a aprovação. Além disso, eles falaram sobre os possíveis riscos da vacina russa à saúde.

Os gerentes se reuniram de forma extraordinária para cumprir a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu um prazo de 30 dias para que a Anvisa decidisse sobre o uso da vacina. 

A agência reguladora tentou recorrer do prazo, mas o ministro indeferiu o pedido nesta segunda.

::EUA assumem pressão em Bolsonaro contra vacina russa, e Putin pediu ajuda a Lula::

Inspetores da agência viajaram para a Rússia no dia 16 de abril para coletar mais informações sobre o imunizante. Até então, a Anvisa havia informado que faltavam informações técnicas sobre segurança e eficácia do imunizante.

Ao longo dos últimos meses, conforme foi divulgado na imprensa e confirmado por uma série de personagens envolvidos no assunto, têm vindo a público informações que dão conta de que o governo brasileiro foi pressionado pelos Estados Unidos a não comprar a vacina russa, seguindo o interesse geopolítico estadounidense de “não ampliar a influência da Rússia na América Latina”. 

No dia 12 de abril, o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), informou que entraria com uma ação no STF solicitando a liberação de 5,87 milhões de doses da vacina Sputnik V pela Anvisa.

Nas redes sociais, o governador afirmou que “a Sputinik V já é utilizada em cerca de 60 países, com eficácia de 91,6%. Iremos a todas as instâncias possíveis para que as vacinas que adquirimos cheguem o mais rápido possível para imunizar nossa população”.

O estado oficializou a compra das 5,87 milhões de doses no dia 19 de março junto ao Fundo Soberano Russo. A compra fez parte de um acordo do Consórcio Nordeste, formado pelos nove estados da região nordeste, que estabeleceu a compra de 39 milhões de doses da Sputnik V. A compra também foi autorizada pela Assembleia Legislativa do Ceará e pelo STF, em caso de descumprimento do Plano Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde.

A Sputnik V utiliza tecnologia de vetor viral: um outro vírus, denominado cientificamente como adenovírus, carrega o material genético do Sars-CoV-2 para dentro do corpo humano, o que estimula a infecção de células humanas, e consequentemente de anticorpos, mas sem a reprodução do vírus. Por isso, não causa doença.

Com o atraso da análise pela Anvisa, o Brasil vai perder 2 milhões de doses da Sputnik V que chegariam ao Brasil até o fim do mês. Segundo o governador do Piauí, Wellington Dias, “infelizmente, o Brasil vai perder a oportunidade do recebimento do lote de abril da vacina Sputnik V. A demora da licença de importação se deve à burocracia por parte da Anvisa e à burocracia de exigências que não estão previstas na lei. A lei prevê que seja apresentada a certificação por uma agência reguladora internacional. Isso foi feito pelos estados e ainda temos a exigência de uma série de outros documentos”.

O pedido para uso emergencial da Sputnik V foi protocolado na Anvisa no dia 25 de março pela União Química.

O secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas, afirmou que a entidade protocolou na última sexta-feira (23), uma série de documentos solicitados pela Anvisa para a liberação da vacina. 

A importação era esperada também pelo governo do estado do Maranhão, que apresentou documentos à agência. Porém, a Anvisa relatou que tinha ausência de documentos e que inconsistências impossibilitavam a análise do “risco-benefício” da vacina.

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