corrupção

CPI da Covid decide pedir condução coercitiva do empresário charlatão Carlos Wizard, amigo da Familícia Bolsonaro

Charlatão: substantivo masculino= Aquele que se utiliza da boa-fé de alguém, geralmente, fingindo atributos e qualidades que não possui, para obter (dessa pessoa) quaisquer vantagens, ganhos, lucros etc.; impostor. Quem comercializa medicamentos, supostamente, milagrosos, enganando o público.[Por Extensão] Indivíduo que se diz curandeiro por possuir remédios miraculosos.[Por Extensão] Aquele que se passa por médico, pautando-se em sua experiência, sem possuir conhecimentos teóricos.

Este sujeito é Dono de uma Rede de Cursinhos de Línguas, mas foi contratado por Pazuello como Assessor para questões da Pandemia da Covid-19.

O Ministério da Saúde não contratou os serviços de nenhum epidemeologista durante a pandemia. Mas como fica cada vez mais claro, se valou das orientações de um criminoso “Gabinete Paralelo” comandado pelo charlatão gaúcho Osmar Terra e composto por outros charlatões e charlatãs estranhamente ansiosos por venderem a Cloroquina das empresas privadas defendidas pelo Chefe da máfia da Casa de Vidro de Brasília.

Pois Wizard não tem nada a falar sobre saúde, mas como confessou o próprio Pazuello, foi contratado para “assessorar o Ministério”. E como não sabe o que falar, quer sonegar o depoimento.

Vai ter que ir “na marra”, o que é vergonhoso para um sujeito que fez campanha para derrubar a Dilma, dizendo que havia corrupção no govenro, o que foi comprovado que não.

Segue Matéria do Correio Do Correio Braziliense

Senadores de oposição e independentes, do chamado G7, decidiram pela medida em reunião após sessão desta quinta-feira (10/6), por falta de resposta de Wizard

 (crédito: Arquivo Pessoal)(crédito: Arquivo Pessoal)

Senadores do chamado G7, grupo de sete senadores independente ou de oposição ao governo, da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, decidiram pedir imediatamente a condução coercitiva do empresário Carlos Wizard. Ele foi convocado, mas não tem respondido à comissão, por isso, houve a decisão.

O entendimento foi estabelecido pelos senadores em reunião após a sessão desta quinta-feira, que votou requerimentos de quebra de sigilo fiscal e telemática de 19 pessoas, incluindo informações mirando Wizard. Ao todo, foram aprovados 29 requerimentos na reunião.

O interesse dos senadores no empresário se dá pelo fato da proximidade de Wizard com o ex-ministro Eduardo Pazuello, a quem conheceu enquanto o general atuava no comando da Operação Acolhida, que recebe refugiados venezuelanos nas fronteiras do Norte. Wizard atuou como voluntário na operação e ficou amigo de Pazuello, motivo pelo qual, já na pandemia, auxiliou Pazuello com assessoramento, como revelou o próprio ex-ministro durante a oitava na CPI.

No depoimento, Pazuello revelou a atuação de Wizard durante um mês, prestando assessoramento pro bono à pasta. Após o período em que o empresário atuou de forma extra-oficial, Pazuello lhe ofereceu o cargo de secretário de Ciências e Tecnologias da pasta. Segundo o ex-ministro, a posição seria conveniente por ter “muita ligação com a parte civil, com empresas”. “(Carlos Wizard) Passou um mês ajudando, eu indiquei e, na análise, ele desistiu. A partir daí, se desvinculou da tarefa”, afirmou o general.

Seria Wizard um dos idealizadores do investigado “gabinete paralelo”. Pazuello revelou que o amigo “por si só propôs reunir médicos aconselhadores. Eu confesso que eu não aceitei”, afirmou na sabatina de 19 de maio, mas, mesmo assim, reiterando desconhecer a existência de um aconselhamento extra-oficial.

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