Desemprego/economia/Porto Alegre/Rio Grande do Sul

Moradores de bairros e vilas de Porto Alegre procuram madeira nas ruas por falta de dinheiro para gás

O botijão de 13kg chegou a absurdos R$100,00 com a entrega, os trabalhadores, muitos desempregados e vivendo de bicos precisam escolher entre comprar gás ou comida. Enquanto Bolsonaro alimenta o exército a leite condensado e picanha hiperfaturados a classe trabalhadora sai a catar tábuas, restos de paletes de supermercado ou qualquer coisa para queimar já que o preço da lenha também não é viável.

Além do risco de incêndios, há também o risco de infecções respiratórias, já que boa parte da “lenha” são na verdade restos de móveis e outras madeiras que receberam vários tratamentos químicos, cuja fumaça e vapores inalados em grande quantidade podem provocar sérios problemas respiratórios, ainda mais em ambientes fechados.

O botijão de 13kg chegou a absurdos R$100,00 com a entrega, os trabalhadores, muitos desempregados e vivendo de bicos precisam escolher entre comprar gás ou comida. Enquanto Bolsonaro alimenta o exército a leite condensado e picanha hiperfaturados a classe trabalhadora sai a catar tábuas, restos de paletes de supermercado ou qualquer coisa para queimar já que o preço da lenha também não é viável.

Na semana passada ocorreu mais um aumento no preço do gás, dessa vez foram 5,9%.

Esse é o quinto aumento só esse ano.

Sem contar os aumentos nos preços do frango, da carne de gado, ovos, gasolina e nas contas de luz. Com a privatização do que restava da CEEE por Eduardo Leite (PSDB) a situação tende a piorar.

Com o desemprego e a precarização do trabalho se têm cada vez mais bocas para alimentar. Em entrevista para a Zero Hora Elisangela afirma que ela e o irmão que trabalha em um super mercado precisam alimentar 13 bocas, se dependessem só do gás iria um botijão a cada 15 dias, afirma. Sebastião Melo também é responsável por essa situação, junto de Bolsonaro e Leite, mantendo a chamada lei de responsabilidade fiscal e protegendo grandes empresários sonegadores.

Luis Cláudio de 50 anos, trabalhador de reciclagem, e, Maria de Lourdes de 51, desempregada, relataram que fazem um fogo de chão no pátio para cozinhar feijão, por exemplo, que é mais demorado. Que sem gás cozinham como podem com o que encontram de madeira na rua. Uma situação que revela como a classe trabalhadora e pobre paga pela crise criada e descarregada pelos capitalistas.

Com Informações do Esquerda Diário

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