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Contra o desemprego, a carestia e Em Defesa da Democracia, Oposição convoca Atos Unificados contra Bolsonaro para 2 de Outubro

2 de outubro será o pontapé inicial de uma Jornada que levar as oposições de verdade a Unidade necessária para derrotar Bolsonaro e a política econômica que tem levado o povo ao desemprego e a carestia jamais vistas neste Século.

A farsa dos atos do dia 12 de setembro, promovidos pelo “lado b” do bolsonarismo, foram um rotundo fracasso, demonstrando que não há mesmo espaço para uma “3ª via”, que seria uma espécie de bolsonarismo sem Bolsonaro.

A Unidade esboçada na Reunião de todos os Partidos de Oposição, incluindo os de oposição liberal, a Bolsonaro, mostram que este é o único caminho viável para salvar o Brasil da barbárie e da vergonha mundial de ser um dos países mais ricos do mundo, com o maior número de desempregados e miseráveis do planeta e ter 123 bilionários a acumularem uma fortuna maior que a Soma do dinheiro e propriedades de mais de 100 milhões de brasileiros.

Não há democracia que resista sem Desenvolvimento Social, emprego e renda dignos para todos.

Rumo ao Dia 2 de outubro e a preparação da Jornada Unitária em Defesa Democracia e dos Direitos e pelo impeachment de Bolsonaro.

Ah! A interpretação sobre o tema dos atos tem a ver com o que tenho ouvido de muita gente de diferentes bairros e vilas de Porto Alegre. Tem que tirar o Bolsonaro por que é fascista sim, mas o povo compreende muito mais o que sente no dia a dia do que uma palavra distante desta vivência diária de trabalhadores desempregados e pobres.

Vamos Tirar o Bolsonaro Sim, pra dar de volta ao Povo Trabalho, Salário e Renda Digna e Educação, Saúde e Segurança pra poder criar os filhos com tranquilidade. O bolsonarismo é a face mais violenta do neo liberalismo que tira os direitos com uma imoralidade descarada e com uma falsa aura de legalidade.

Segue matéria Da RBA sobre a preparação dos Atos do Dia 2 de Outubro

A Coordenação da Campanha Fora Bolsonaro convoca as entidades participantes para nova manifestação no próximo dia 2 de outubro (sábado) pelo impeachment. A data foi escolhida em reunião realizada na noite desta sexta-feira (10).

Conforme os organizadores, a nova convocação é a “continuidade da pressão pelo fim deste governo genocida e criminoso, responsável pelo desemprego, fome, inflação, miséria e a morte de quase 600 mil pessoas”.

E está em está em sintonia com os partidos de oposição e movimentos sociais que se reuniram e apontaram a construção de mobilizações para o início do mês de outubro.Impeachment de Bolsonaro.

A coordenação da Campanha informou, ainda, que não faz parte da organização e nem da convocação de manifestantes para o ato deste domingo (12), articulado pelo Movimento Brasil Livre ou convoca as manifestações anunciadas para o próximo domingo, 12 de setembro.

No meio da semana a CUT já havia divulgado que “não participará, não convocará e não faz parte da organização de nenhuma manifestação/ato, anunciada para o próximo dia 12 de setembro”. Mas reforçou seu compromisso a luta pelos direitos da classe trabalhadora e pelo impeachment de Jair Bolsonaro. Outras centrais, porém, anunciaram participação no ato. Entre elas, Força Sindical, UGT e Nova Central.

Integrante da Campanha Fora Bolsonaro, a Associação Brasileira de Juristas Pela Democracia (ABJD) divulgou nota informando que não vai participar das manifestações convocadas para este domingo. Para a entidade, o MBL “vem tentando vender o discurso de “união” contra Bolsonaro para chamar atos.

Mas o ato deste domingo é convocado, divulgado e organizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL), “sem qualquer participação da sociedade civil organizada em seus diversos movimentos, entidades, coletivos plurais. Um convite para aderir a eles, com diversas limitações sobre identificação, não guarda coerência com a estruturação horizontal que defendemos”.

O ex-deputado Jean Wyllys, filiado ao PT, elencou em nota diversos motivos pelos quais não participará da manifestação. Todos eles relacionados ao histórico de MBL e de seu líder, o deputado Kim Kataguiru (DEM-SP) na campanha golpista que derrubou Dilma Rousseff e abriu caminho para seu então aliado, Jair Bolsonaro, chegar ao poder.

E se dirigindo às esquerdas que se respeitam e respeitam a memória, pediu que seja traçada uma linha clara, “que não permita que o MBL se misture com elas e que impeça esses criminosos de lavarem suas biografias sujas para as eleições do ano que vem”. “A rua é livre, mas cada qual no seu quadrado!”

A princípio, o ato do MBL era pelo impeachment de Bolsonaro e contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas para atrair mais adesão de movimentos e lideranças do campo progressista, focaram o ato somente no Fora Bolsonaro. E as adesões vieram. Anunciaram participação a deputada estadual em São Paulo Isa Penna (Psol-SP), os deputados federais Alessandro Molon (PSB-RJ), Alexandre Frota (PSDB-SP), Tabata Amaral (PDT-SP), Joice Hasselmann (PSL-SP), André Janones (Avante-MG), entre outros.

O ato, que será realizado em 15 estados, mas terá peso maior em São Paulo.

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