Rio Grande do Sul

Façanhas heroicas do passado que deram um futuro aos gaúchos e as “Façanhas” criminosas do presente que levam o Rio Grande de volta ao passado

Diz o Hino do Rio Grande: “Que Sirvam nossas façanhas de Modelo a Toda Terra”

No artigo “20 DE SETEMBRO: ANDAVAM OS FARROUPILHAS MANCOMUNADOS COM OS IMPERIAIS??” falo sobre aqueles anos 1835/45. Mas tivemos outras “Façanhas” no nosso passado mais recente que podem sim “servir de exemplo a toda terra”.

Em 1959 Leonal Brizola Estatizou” a empresa de Energia Bond and Share, que veio logo depois a ser a nossa poderosa CEEE, exemplo sim a “servir de modelo”, como mostra o vídeo a Seguir.

No Presente, sob a palavra de ordem “novas façanhas” Eduardo Leite entregou a mesma CEEE que vale Bilhões de Reais a capitalistas iguais aos da antiga Bond And Share,por apenas R$ 100 mil. Sim. Cem mil. E ainda perdoou o que seria uma Dívida da empresa com o ICMS.

Mas por que não perdoou o mesmo valor para a Empresa enquanto Pública? É um CRIME! E quem vai pagar por ele são os gaúchos e gaúchas nas suas contas de Luz.

“NOVAS FAÇANHAS CRIMINOSAS

Depois da Privatização da CEEE por 100 mil, Eduardo Leite já fez seus cupinchas parlamentares a votarem a venda da CORSAN e pretende ainda vender o BANRISUL e a PROCERGS.

Já disse também que não se contenta com a entrega da CEEE e da CORSAN e que vai entregar também as 13 Grandes Hidrelétricas com seus mega reservatórios de água. Os Gaúchos já estão pagando mais caro pela energia que ficará mais cara ainda, mesmo que não nos falte por aqui a água nas nossas hidrelétricas. E vamos pagar não só pela distribuição da água, mas num futuro próximo, pela própria água que já é considerada Commodity vendida em Bolsa de Valores.

Leia na íntegra o artigo do Memorial da Democracia

BRIZOLA ENCAMPA A BOND & SHARE

O governo do Rio Grande do Sul encampa a Companhia de Energia Elétrica (CEE), filial da multinacional americana Bond & Share, após várias tentativas de acordo para extensão da rede de energia.

O governador Leonel Brizola, que tinha então 38 anos, assumira o cargo no dia 31 de janeiro e vinha tentando, sem sucesso, negociar com a empresa norte-americana um acordo para ampliar a distribuição de energia do estado. Grande parte da população rio-grandense, incluindo na capital, Porto Alegre, vivia às escuras.

Como os entendimentos não avançavam, Brizola deu por encerradas as negociações e, alegando ineficiência da empresa e prejuízo ao desenvolvimento do estado, anunciou a expropriação da CEE e a criação de uma estatal para assumir suas atribuições.

A medida, ousada e surpreendente, abalou as relações entre Brasil e Estados Unidos — até aquele momento, nem mesmo Fidel Castro e Che Guevara, os revolucionários de Cuba, haviam se atrevido a tanto.

Três anos depois — já com João Goulart na Presidência —, sob as mesmas alegações, o governador encamparia os serviços e bens da Companhia Telefônica Nacional (CTN), filial da International Telephone & Telegraph (ITT), o que levaria o jornal “Washington Post” a qualificá-lo como “demagogo perigoso, hábil e infinitamente ambicioso”. Diria ainda o jornal que “os norte-americanos estão finalmente se dando conta de quem é o brasileiro considerado o candidato mais provável a fazer o papel de Fidel Castro num país muito mais importante para o hemisfério do que a pequena ilha de Cuba”.

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