A Teologia da Prosperidade sempre operou sob uma lógica matemática muito simples e sedutora: o fiel planta uma semente financeira no altar (através de dízimos, ofertas e sacrifícios) e Deus, quase que de forma contratual, é obrigado a devolver essa semente multiplicada em saúde, carros, casas e contas bancárias cheias. Nessa engrenagem, a fé deixa … Continuar lendo