Muitas vezes, nos postos de saúde das vilas mais pobres das grandes capitais, é possível ouvir-se a frase de “não há médico”, ou “o médico atrasou”. Nos mais longinquos ricões do Brasil, muitas vezes nem médico há. No Amazonas há cidades que pagam R$ 4.000,00 para que um médico atenda uma vez por semana na … Continuar lendo