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REUNIÃO DA COMISSÃO MUNICIPAL DE EMPREGO DE SANTA CRUZ DO SUL PARA ESCLARECER TEMAS

Participei da Reunião da Comissão de Emprego de Santa Cruz do Sul. Organizada de forma tripartite (Empresários, Trabalhadores e Governo) esta Comissão se estrtura dentro dos parâmetros estabelecidos pelo CODEFAT – Conselho Gestor do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Uma Comissão organizada que tem uma intervenção fundamental no municípide Sta. Cruz na discussão de políticas públicas de Geração de Trabalho e Renda para os Trabalhadores daquela cidade. Além de explanar para a Comissão o que significa a Lei do Aprendiz do ponto de vista da qualificação profissional, a comissão presentou demandas a serem levadas ao Ministro do Trabalho acerca de um PROJOVEM TRABALHADOR para aquela cidade.

SOBREPOSIÇÃO DE AÇÕES PREJUDICA OS TRABALHADORES QUE BUSCAM O SINE NO RS

Foi possível também estabelecer um debate acerca do programa Emprega RS, implementado pelo governo Yeda no RS. Este programa é uma versão mal elaborada do SIGAE, sistema que faz a integração de dados do SISTEMA PÚBLICO DE EMPREGO TRABALHO E RENDA(SINE) e que vem sendo aperfeiçoado a muitos anos. Se já temos um programa qualficado e testado, que é referência mundial na intermediação de mão de obra, não haveria por que construir um novo programa as espenças do erário público. Mas assim como em outras áreas, a gestão tucano pmdbista do RS optou por contratar uma empresa privada de software para fazer o referido programa nos moldes de um outro, similar, existente em São Paulo. aliás, o emprega RS é fruto de um convênio com o governo Tucano de lá,  que opera o emprega São Paulo, um instrumento inútil a grande maioria da classe trabalhadora, que necessita de uma estrutura de atendimento quee o reconheça como cidadão trabalhador.  Apesar de gastar muitos recursos para a contratação do tal emprega rs, o governo estadual não se fez de rogado e está utilizando a estrutura da FGTAS – Fundação Gaúcha do Trabalho, mantida através de convênio com o MTE para operacionalizar o Sistema Público de Emprego no RS, prejudicando o atendimento aos trabalhadores, pois não ampliou, e pior, até reduziu o número de atendentes nos Sines, pois muitos destes atendentes hoje são utilizados para implementar o tal emprega rs. A sobrecarga de trabalho, já que os funcionários da fgtas agora são obrigados a dar conta de dois programas que se sobrepõe, é evidente e desnecessária. No entanto, no afã de manter a sua disputa ideológica em defesa do estado mínimo, a (des)governadora, juntamEnte com seu lugar tenente, secretário da justiça e ação social, levam adiante este processo que só fará desgastar o SINE diante do povo.

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