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O massacre em Realengo e os primeiros movimentos da mídia (via Jornalismo B)

O mundo anda e o tempo passa. Mas não dá para apagar da memória tão rapido este incidente da matança de jovens no Rio de Janeiro. Mas também não dá pra deixar passar pela memória o que a mídia fez e esta fazendo com o caso. Novelização da tragédia, busca por culpados, fotos de corpos ensanguentados e repetição exagerada das imagens do fato nas tvs do Brasil interio, e de quebra, ou nem tão de quebra assim, a informação recheada de preconceito contra muçulmanos, aidéticos e sexismo explicito. tres dias depois do incidente, as versões da mídia já mudaram. E muito. Já que a carta falava de de deus e de jesus, ficava muito dificil continuar acusando o suposto aprendizado que o jovem teria tido nas leituras do corão. Não é diferente na carta a referência ao sangue impuro, o que a mídia preconceituosa interpretou como “sangue de um aidético”. Não vou falar mais da tragédia, por que disto a mídia sensacionalista se esbaldará nos próximos dias. Mas não dá pra esquecer o enfoque preconceituoso desta mesma mídia, e que continua lá, sempre latente, nas entrelinhas da mídia e na cabeça dos editorialistas. Em cada momento possível exalarão seu preconceito retrógrado mas incentivado pelo imério, conforme dá a entender o wikileaks. Publico texto e link do Jornalismo B sobre o tema. Imprecindível leitura para quem quer ver além das preconceituosas e ensanguentadas câmaras e impressoras da mídia tupiniquim.

O massacre em Realengo e os primeiros movimentos da mídia *Texto publicado às 13h (7/4). Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos chamado entra em uma escola em Realengo, no Rio de Janeiro, mata 11 crianças, fere muitas outras. Um policial militar entra na escola e acerta um tiro na perna do rapaz, que se mata com um tiro na cabeça. No momento em que este post é escrito, as informações complementares ainda são desencontradas. Mas o início da cobertura jornalística já mostrou muito do que serão os próx … Read More

via Jornalismo B


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