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PF da “república de Curitiba”tenta censurar Marcelo Auler

Aqui neste Blog e em outros tantos, tem se mostrado como se constituiu um “Estado Paralelo” em estruturas públicas, incluindo a PF. MP, Juiz Moro e a PF juntas, respaldadas por um obsequioso apoio do STF. Membros destas estruturas estatais constituíram o que alguns denominam de “república de Curitiba” com direito inclusive a campanhas promocionais nas ruas, como demostra foto que publico neste artigo. São conhecidos os ataques de alguns policias da PF a Dilma, Lula e o PT, feitos inclusive nos seus perfis nas redes sociais. Ficou notório também que mesmo o PT sendo o Partido que tem o menor número de envolvidos na Lava Jato, era justamente contra estes que a PF junto com a Globo montava cinematográficas operações, caras, e desnecessárias, já que nenhum dos petistas se recusara a comparecer em depoimentos. Moro e seus pupilos da PF, também fizeram a operação contra Lula, que visava prendê-lo, mesmo não havendo uma prova sequer de seu envolvimento com a Lava Jato.Quando a plutocracia estatal começa a fazer justiça a partir de conceitos e interpretações parciais da lei, aí começa a se instalar um Estado que já não respeita mais o Direito de Todos. Pior ainda quando estas forças são o Judiciário, a Polícia e Ministério Público. Como a turma do andar de baixo se espelha no andar de cima, é notório nos últimos meses o aumento de atos violentos contra manifestações ati golpistas, coisa que não se sentiu quando dos atos pró golpe amplamente apoiados pela mídia. Agora mais uma ação que mostra Estado Paralelo a partir da “república de Curitiba: Com o apoio do judiciário, partiram para censurar jornalistas e Blogueiros como Marcelo Auler, que como afirma Fernando Brito no TIJOLAÇO, é um cara absolutamente comprometido com a verdade e sempre prova timtim por timtim tudo o que escreve. Com o Golpe instaurado no Brasil, onde corruptos cassaram um Presidenta honesta e para tanto foram respaldados pelo judiciário eivado de plutocratas ansiosos por poder maior, e com o crescimento destas estruturas paralelas como  a “república de Curitiba”, e sem o Estado de Direito garantido, visto que a constituição foi quebrada pelo golpe, estamos mesmo no limiar da instalação de um estado fascista. Se o Brasil não acordar rápido, teremos anos de ditadura fascista pela frente, pois os que golpearam a democracia para entregar nossas empresas e riquezas mineirais aos interesses internacionais, não terão vergonha de usar estas estruturas paralelas para reprimir e censurar quem pensa diferente e luta contra o desmonte do Estado de Direito e das Políticas Sociais.

Tentar intimidar Marcelo Auler é mau negócio. Até O Globo vai divulgar

República de Curitiba

Foto publicada em Gazeta do Povo

 Quando, há um ano, apresentei aos leitores deste Tijolaço o recém-nascido Blog do Marcelo Auler, adverti que era mau negócio tentar “dar voltas” no experiente repórter, Prêmio Esso de Jornalismo na cobertura da queda de Collor, 42 anos de profissão a ensinar como não cometer imprudências e publicar aquilo que tem como provar.

Pois a tentativa de intimidação que lhe fazem delegados da PF de Curitiba, procurando calá-lo pela ameaça de punição em dinheiro só vai fazer uma coisa com Marcelo: aumentar a sua disposição de apurar a verdade.

Não há uma linha que Marcelo publique que não possa provar. Tanto que até a O Globo chamou a atenção o absurdo da proibição judicial de publicar o que apurou sobre as entranhas da Operação Lava Jato. Parece que os juízes de Curitiba acharam que era, como diz a grande imprensa, mais um “blogueiro sujo”. Não só, como este blog aqui, não recebeu um tostão de dinheiro público como, também, nenhuma ameaça de ser punido no bolso vai fazê-lo parar de ser profissional.

Porque, talvez muita gente não entenda isso, quando a gente escolhe ser jornalista, desiste (ou devia desistir) de amar e ou de temer o dinheiro.

Justiça tira do ar reportagens sobre Operação Lava-Jato

Alessandro Giannini , em O Globo

SÃO PAULO — Por ordem da Justiça, dez reportagens sobre a Operação Lava-Jato e a Polícia Federal do Paraná publicadas no blog do jornalista Marcelo Auler entre novembro do ano passado e abril foram tiradas do ar no início de maio.

Os textos tratavam de vazamentos de informações supostamente por parte de delegados e procuradores, e grampos nas celas e dependências de presos. As ações foram movidas pelos delegados Erika Mialik Marena e Mauricio Moscardi Grillo, da Superintendência Regional do Departamento de Polícia Federal no Paraná.

As decisões foram proferidas pelos juízes Nei Roberto de Barros Guimarães, do 8º Juizado Especial Cível, e Vanessa Bassani, do 12º Juizado Especial Cível, ambos de Curitiba. Guimarães deferiu liminar sobre ação movida pela delegada Erika, que alegou, por meio de sua advogada, que duas das reportagens “colocam em dúvida sua seriedade de caráter enquanto delegada da Polícia Federal atuante no Grupo de Trabalho da Operação Lava-Jato”.

Vanessa decidiu sobre processo por danos morais aberto por Moscardi e proibiu que novas matérias fossem publicadas “com o conteúdo capaz de ser interpretado como ofensivo ao reclamante”.

— Censuraram as matérias sem me ouvir ou verificar os argumentos, documentos e depoimentos em que me baseei para publicá-las — disse Auler, que recorre da decisão.

Procurados, os delegados da PF não responderam aos recados deixados pelo GLOBO na assessoria da PF.

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