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Gaúcho exemplar?? Eliseu Padilha levou 3,9 milhões de orçamento de universidade pra bater papo com ex reitor

As maracutaias da ULBRA todos os gaúchos conhecem. O Reitor Becker transformou a Universidade no seu quintal privado, usando descaradamente os recursos públicos da filantropia para tudo que não tinha a ver com educação. Montou até uma coleção bilionária de automóveis antigos. Pois o Eliseu Quadrilha, hoje homem forte do golpista Temer e capataz do PMDB no RS, levou grana gorda da ULBRA também. Foram 3,9 milhões. Segundo o próprio “ministro”, tal dinheiro era pago em troca de “conversas sobre o país” que ele fazia com Becker. Tem que desenhar? Este é o PMDB do Padilha, do Temer e da curriola golpista que se adonou do Rio Grande e do Brasil. E pra não dizer que isto é conversa de Blog de esquerda, publico a seguir  a matéria da Zero Hora que fala sobre a oitiva do Quadrilha para a justiça de Canoas:

Contradição entre os depoimentos de Padilha e Becker

Ministro depôs durante duas horas à Justiça Federal em Canoas

Por: Fábio Schaffner
Contradição entre os depoimentos de Padilha e Becker Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil/Agência Brasil

Padilha é acusado de receber R$ 3,9 milhões da Ulbra para prestar favores políticos à instituição enquanto era parlamentarFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / Agência Brasil

Foram contraditórios os depoimentos do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e do ex-reitor da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) Rubem Becker, prestados nesta quinta-feira à Justiça Federal em Canoas. Ambos são réus em ação civil pública por improbidade administrativa, na qual Padilha é acusado de receber R$ 3,9 milhões para usar o mandato de deputado na prestação de favores políticos à instituição de 2004 a 2008.

Ao ser interrogado pelo juiz da 2ª Vara Federal, Felipe Leal, Padilha afirmou que prestava consultoria à universidade sobre o programa de ensino à distância e que assessorava Becker pessoalmente sobre questões de conjuntura nacional, por conta da experiência obtida no período em que foi ministro dos Transportes (1997-2001).

– Frequentemente, o reitor me chamava para conversar sobre o Brasil para dar a minha visão sobre o país. A minha contratação foi como alguém que estava saindo de conselheiro do presidente da República para conselheiro do reitor da Ulbra – afirmou Padilha, referindo-se à sua atuação junto ao então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Questionado na sequência se Padilha prestava alguma assessoria especial, Becker disse que o então deputado federal do PMDB teria trabalhado somente na concepção dos cursos à distância.

– Tinha conversas com o deputado Eliseu Padilha como tinha conversas com outros deputados, sejam de Manaus ou de Itumbiara. Não tinha nada de política – declarou.

O ministro prestou depoimento em Brasília, por videoconferência. Durante duas horas, negou todas as acusações do Ministério Público Federal. Disse que trabalhou para a Ulbra durante cinco anos, que jamais confundiu as atividades de parlamentar com as de consultor, tampouco prestou favores políticos. Já Becker disse que não tinha a ¿mínima ideia¿ dos valores pagos a Padilha, pois isso era competência da Pró-Reitoria de Administração.

De acordo com a denúncia, Padilha recebeu o dinheiro por intermédio de duas empresas, sem prestação dos serviços contratados. Ele também é acusado de receber e distribuir bolsas de estudo.

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