Rio Grande do Sul

“Uma família feliz” segundo Políbio Braga

A família Covatti é uma das mais bem sucedidas famílias gaúchas do serviço público do Brasil, disse Políbio em artigo no seu Blog

O artigo que publico a seguir é do insuspeito Políbio Braga, comprometido até as entranhas com o ninho tucano e outros que tais. Mas parece que alguma coisa desandou e o Políbio resolveu denunciar a maracutaia da turma do (PP) Partido da Ana Amélia e da única bancada do Rio Grande do Sul 100% citada na Lava Jato. Conhecedor que é dos métodos pouco republicanos da hipócrita direita gaúcha e brasileira, visto que bebe daquela fonte, Políbio mostra um pouco das manhas e artimanhas da “família feliz”. Como a prática parece ser comum na seara de lá, visto que Ana Amélia também fez umas coisas parecidas, Políbio ajuda a mostrar um pouco do “modus operandi” da turma. Embora seja do começo do ano, reproduzo o artigo aqui, até por que não deve ter mudado muito a “sorte” da família Covatti, que pelo dito no artigo, além de praticar outras coisas que levaram o patriarca a ser citado na Lava Jato, pratica também o tal do “nepotismo cruzado “, empregando a parentagem no serviço público.

Segue o artigo:

 

 

Covatti

Print da Matéria do Blog do Políbio.

Uma família feliz.

Em várias notas postadas aqui nos últimos sete dias, o editor revelou casos escrachados de nepotismo cruzado, envolvendo funções das novas administrações da Prefeitura e da Câmara de Vereadores de Porto Alegre.

Não são casos isolados na administração pública do RS.

Até mesmo em altos escalões, as famílias de políticos de plumagem felpuda buscam acomodar seus membros no setor público, sempre em posições conquistadas eleitoralmente ou via cargos de livre nomeação (CCs).

O caso da família Covatti, PP do RS, é um dos mais notáveis.

O patriarca, Vilson Covatti, depois de três mandatos como deputado Federal, resolveu abrir mão da reeleição certa, introduzindo em seu lugar o filho,Vilson Covatti Filho. Seu nome foi incluído no rol de deputados que o MPF quer investigar no caso Lava Jato. A mulher do patriarca e mãe do deputado Federal, Silvana, é a atual presidente da Assembléia do RS, e almeja ser candidata ao Piratini na vaga de Sartori. Somando o que ambos custaram ano passado aos cofres públicos, o editor encontrou o valor de R$ 3,4 milhões.

Influente dentro e fora do PP, sobretudo em Brasília, a família também emplacou outros membros em posições de mando no governo Michel Temer. A filha, Francine Fransciscatto Covatti, é CC da Assessoria Internacional do Ministério da Integração Nacional, função que segundo o portal Transparência, vale R$ 8,7 mil mensais. Esta semana, o irmão da matriarca, Silvana Covatti, resultou nomeado gerente de unidade do Hospital Conceição, Porto Alegre. Um cargo deste tipo no GHC, que é estatal federal, oferece remuneração média mensal de R$ 16 mil.

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