economia/política/trabalho

Sem candidato descente, tucanato quer dono da Riachuelo, condenado por trabalho escravo, para Presidente

É a cara do Brasil das elites: Depois de aprovarem Lei que re legaliza o Trabalho Escravo no Brasil, eles agora querem um “senhor” de escravos como Presidente da Republica.  E não é só Condenação por trabalho escravo que consta na ficha corrida do elemento. Já fez treta de caixa dois em campanhas eleitorais e de quebra ainda confessou que nunca trabalhou na vida, tendo vivido até os 36 anos de mesada do pai e claro, depois disto, de dividendos vindos do Grupo empresarial que se construiu até usando trabalhadores escravos, como fica evidente pela condenação do sujeito. Em 2017 publiquei aqui no Blog o Artigo do Altamiro Borges, do Blog do Miro, que reproduzo a seguir. E a burguesia e o retrógrado empresariado nacional não tem alternativa a apresentar ao Brasil. Por isto querem condenar Lula, o 1º trabalhador a chegar a Presidência da República e que fez o que eles nunca tiveram a competência de fazer: Resgatar a auto estima dos brasileiros e colocar o Brasil entra as nações mais importantes do mundo. Mas quem nunca trabalhou na vida, vivendo até mesmo de trabalho escravo em pleno século 21, não quer mesmo saber de soberania nacional e de povo com auto estima elevada. Eles querem mesmo é ser gestores de capitanias e capitães do mato das multinacionais que vem aqui explorar a mão de obra barata e agora pior ainda, escrava brasileira. Lula e a Classe Trabalhadora consciente de seu papel histórico são a única alternativa capaz de tirar o Brasil do atoleiro em que o Golpe de 2016 nos jogou. De outra parte, setores da mesma elite retrógrada já não veem alternativa a não ser derrotar o povo pela força do nazi fascismo, tendo Bolsonaro como referência ou até mesmo com o uso da força militar, como já estão fazendo no RJ.

Segue o Artigo do Miro

Picareta da Riachuelo devia ser preso!

Riachuelo

Por Altamiro Borges

Com apoio dos fascistas mirins do Movimento Brasil Livre, o picareta Flávio Rocha, dono da Riachuelo, lançou nesta semana a sua candidatura a vice numa provável chapa de João Doria para as eleições presidenciais de 2018. Como ativo participante do golpe dos corruptos, que alçou ao poder a quadrilha de Michel Temer, ele parece excitado com a recente onda conservadora no país. Mas o ricaço – assim como o “prefake” e o MBL – pode se dar mal. O seu telhado de vidro é enorme. Nesta semana, o empresário voltou ao noticiário em função de uma antiga pendenga com o Ministério Público do Trabalho. Acusado de explorar trabalho escravo, ele atacou os procuradores do Rio Grande do Norte, onde estão instaladas as confecções que terceirizam a produção para a sua rede de lojas. A sua agressividade pode lhe render um processo e até uma ordem de prisão.

Pela internet, o empresário bravateiro – que jurou que bastaria derrubar Dilma Rousseff para a economia brasileira voltar a crescer “instantaneamente” – criticou duramente o trabalho do MPT e da procuradora Ileana Neiva – que foi chamada de “exterminadora de empregos” e “câncer”. A sua histeria decorreu da decisão do órgão, que ajuizou ação civil pública pedindo indenização de R$ 37 milhões contra a Guararapes, empresa que controla a Riachuelo, questionando contratos com empresas terceirizadas. De imediato, o Ministério Público e a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) reagiram à truculência do ricaço. O valentão até apagou suas postagens nas redes sociais e tentou recuar: “Não quis atingir a honra da procuradora Ileana Neiva. Se fui enfático nas críticas foi porque o que está em jogo é o emprego de milhares de pessoas”.

Suas desculpas, porém, não convenceram. Flávio Rocha agora está sendo acusado por incitação à violência. Ele foi denunciado pelos crimes de coação no curso do processo, difamação e injúria. O procurador geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, classificou a atitude do dono da Riachuelo de “criminosa” e disse que o órgão levará o caso adiante. “Entramos com uma notícia-crime contra o empresário junto ao MPF, que agora vai analisar se há indícios de crime para abrir ou não uma ação penal contra ele. As ofensas pessoais e a incitação à violência foram atitudes absolutamente desproporcionadas e, sob o nosso ponto de vista, criminosas com relação à procuradora Ileana Neiva e ao MPT como um todo. Tenho 23 anos no Ministério Público e nunca vi uma reação como essa”.

Já o presidente da ANPT, Ângelo da Costa, afirmou que a entidade dará toda a assistência à procuradora Ileana Neiva, que também deve entrar pessoalmente com uma ação por dados morais em razão dos crimes de calúnia e injúria. “A ofendida fará uma representação que ainda tem um agravante porque, no curso do processo institucional, quando a injúria e a difamação são contra um servidor público, passa a ser uma ação pública também. A ANPT reforçará a ação. Inclusive estamos estudando a possibilidade de ingressar com uma ação de indenização por danos morais, a partir do desenrolar dessas ações”.

O vice do “prefake” João Dólar e cupincha dos fascistas mirins do MBL pode se ferrar. Bem feito!

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