Ditadura/mídia

Documentos confirmam: Generais ditadores autorizaram assassinatos e Rede Globo apoiou a ditadura

A Ditadura matou perseguiu, torturou e matou gente. Esta provado.Assim como esta provado que a Rede Globo foi uma das artífices da sanguinária ditadura que durou 21 anos. Agora vivemos um novo golpe de proporções tão grandes quanto o de 1964 e novamente, assim como em 1964, boa parte da população tem suas vistas e mentes turvadas  por imagens televisivas e mentiras repetidas mil vezes pela Globo e pela máfia da comunicação. Hoje não são os generais que autorizam a tortura e a matança. Juízes autorizam e a PF executa um audacioso plano de tortura psicológica a presos dos quais arrancam delações sem provas, mas que se dadas, são premiadas com a liberdade e com nacos do que roubaram do erário público. Se denunciarem Lula, sem provas, por que estas não existem, recebem gratidão, dinheiro e liberdade. Senão mofam na cadeia. Já do lado de fora das cadeias o Crime Organizado, antes afeto apenas a crimes contra o patrimônio, já executa também agentes políticos como a Vereadora Marielle e os jovens militantes assassinados m Maricá no RJ. Os criminosos e torturadores mudaram, mas a Rede Globo como agente articuladora não. Em 2014 a Globo fez um caricato pedido de desculpas sobre sua participação no golpe de 1964. No seu pedido de desculpas escondeu os assassinatos praticados pelos generais bandidos que apoiou. Daqui a outros 60 anos a Globo pedirá desculpas de novo ao povo brasileiro, pela fome e a miséria que volta a grassar no Brasil depois do Golpe de 2016, que a Globo novamente apoiou e articulou com todo o esmero?

No caso das matérias desta semana, que prova o que todos já sabiam, que Geisel, Figueiredo e a trupe de generais não só sabiam, mas mandaram matar inclusive, estas obviedades fazem parte de documentos da CIA que estão aí para serem conferidos há anos, mas que o jornalismo “investigativo” só revela a conta gotas. E aí tem até gente que esquece de ligar os pontos. Mas em 2015 a matéria seguir foi dada na Agência Estado e publicada no R7

Documentos indicam que Roberto Marinho foi um dos principais articuladores da Ditadura Militar no Brasil.

Arquivos do Departamento de Estado americano mostram participação dele em decisões importantes dos militares

Um texto publicado no site JusBrasil revela o teor de documentos do Departamento de Estado Americano durante a Ditadura Militar. Os documentos mostram como o jornalista e empresário Roberto Marinho (1904-2003), fundador da Rede Globo, atuava como um dos principais articuladores da Ditadura no Brasil, reunindo-se com seus principais líderes, interferindo na sucessão e indicando ministros.

Num telegrama ao Departamento de Estado americano, o então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Lincoln Gordon, deixa clara, segundo o site, a interlocução privilegiada do proprietário da Rede Globo com líderes do movimento militar em decisões importantes.

No dia 14 de agosto de 1965, ano seguinte ao golpe, Lincoln Gordon, enviou a seus superiores um telegrama classificado como altamente confidencial — agora já aberto a consulta pública — em que contava um encontro mantido na embaixada com Roberto Marinho. A conversa, segundo Gordon, versava sobre a sucessão entre os generais militares.

 

Segundo relato do embaixador, Marinho estava “trabalhando silenciosamente” ao lado de um grupo composto pelo general Ernesto Geisel, chefe da Casa Militar; o general Golbery do Couto e Silva, chefe do SNI (Serviço Nacional de Informação); Luis Vianna, chefe da Casa Civil, que discutiam o futuro do marechal Castelo Branco no comando do País.

No início de julho de 1965, a pedido do grupo, Roberto Marinho teve um encontro com Castelo Branco. De acordo com Gordon, a ideia era que o general prorrogasse seu mandato o que não ocorreu.

Ditadura Militar durou de 1964 a 1985 no Brasil

Ditadura Militar durou de 1964 a 1985 no Brasil

Reprodução

Em suas articulações, Roberto Marinho também sugeria a indicação de Juracy Magalhães para o Ministério da Justiça.

A indicação foi aceita e Magalhães instaurou a censura à imprensa.

No dia 31 de julho, Roberto Marinho teria avisado Castelo Branco que, em caso da volta das eleições diretas, a oposição teria grande chances de vitória.

Lincoln Gordon alertou ainda ao Departamento de Estado americano que a movimentação de Marinho deveria ser mantida em segredo.

Reportagem do site Jus Brasil traz documentos sobre participação de Marinho na Ditadura Militar

Reportagem do site Jus Brasil traz documentos sobre participação de Marinho na Ditadura Militar

Leia mais sobre os Assassinatos da Ditadura militar no Link a seguir :

Um pensamento sobre “Documentos confirmam: Generais ditadores autorizaram assassinatos e Rede Globo apoiou a ditadura

  1. Esse documento também revela a incompetência do General Figeiredo, pois se o mesmo tivesse cumprido à risca, não teríamos tantos ladrões na política. O General falhou.

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