América Latina/Luta de classes

Na Argentina, Greve Nacional contra o FMI, Contra Macri e em Defesa da Soberania Nacional

A subserviência da classe patronal aos interesses do capital financeiro, requer que os trabalhadores defendam a Soberania Nacional sob pena de em não o fazendo, se transformem em escravos de colônias em pleno século 21. Isto vale pra Argentina, mas vale também para o Brasil.

A Central dos Trabalhadores Argentinos (CTA-A, CTA-T) convocou uma greve e mobilização nacional para a próxima quinta-feira (14), a partir das 15h, contra as medidas de ajuste fiscal do governo Maurício Macri, ordenadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Com a consigna “A dignidade não se negocia”, uma marcha de trabalhadores seguirá até a Plaza de Mayo. Como no Brasil, parcela significativa do empresariado argentino caiu no canto de sereia do capital financeiro internacional e ajuda a destruir os pilares da nação, seguindo com seu vendilhão Presidente Macri.

“A decisão é um rechaço ao ajuste fiscal, aos tarifaços e a entrega da soberania nacional ao FMI, assim como a luta por melhores condições salariais para todos os trabalhadores”, afirma o comunicado conjunto assinado pelos secretários gerais Pablo Micheli (CTA-A) e Hugo Yasky (CTA-T).

Nunca esquecendo que aqui no Brasil duros tarifaços já fizeram gás de cozinha dobrar de preço em apenas 2 anos, a energia elétrica subir 60% e o desemprego já chega a casa dos 27 milhões. Tudo isto aconteceu diante de uma aparente anestesia dos trabalhadores, que diferente do povo argentino, não se mobilizaram para manter os direitos trabalhistas. Agora, diante das greves de caminhoneiros e dos petroleiros, espera-se que finalmente também pela terra brasílis caia a ficha dos trabalhadores e do povo, se mobilizem e reconquistem a democracia e o Direito de Lula disputar as eleições, por que não há outro que conseguirá dar rumo ao país. A América Latina inteira agradecerá se a Classe Trabalhadora Brasileira acordar de seu sono e ostentar lutas como a  classe trabalhadora Argentina. Tempo de Copa também é tempo de lutar por direitos, cá e lá.

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