Educação

SUSTENTADO POR POLPUDOS RECURSOS PÚBLICOS, “SISTEMA S” É TRAMPOLIM POLÍTICO DE EMPRESÁRIOS

O faturamento de SENAI,SESI,SENAC,SESC,SENAR,SENAT ultrapassa R$ 20 bi ano. Vem da renúncia de 2,5% do valor da folha de pagamento das empresas ao INSS. O golpe para derrubar Dilma teve  recursos do Sistema S. A campanha do Pato Amarelo por exemplo, foi toda financiada pela FIESP e há delações premiadas onde aparecem claramente as maracutaias do empresariado com estes recursos que eles dizem não ser público, mas vindo de onde vem e cobrado de cada empresa do país pelo INSS e repassado ao “Sistema S”, este recurso é público sim, mas seus gastos são escondidos do povo, facilitando corrupções de vários tipos. Este dinheiro deveria ser destinado a oferecer qualificação profissional e técnica  gratuita aos trabalhadores e seus filhos, o que se assim fosse, os 20 BI que arrecadam anualmente daria conta de toda a formação técnica necessária, visto que o PRONATEC formou mais de 8 milhões de jovens e trabalhadores em 4 anos ao custo de 8 Bilhões de Reais no total. Portanto, 20 bilhões dariam tranquilamente pra formar com qualidade a todos os jovens e trabalhadores do país. Mas o dinheiro parece ser mesmo usado em boa parte para outra finalidade, qual seja, pagar golpes contra a democracia e patrocinar a campanha eleitoral de dirigentes das entidades empresarias gestoras do Sistema. Vai artigo do Blog do Esmael sobre o tema:

Renato Pereira

Não é só a lava jato, composta por agentes de Estado, que virou partido político. O ‘Sistema S’, uma paraestatal, que vive de recursos públicos, também se transformou em trampolim político.

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O ‘Sistema S’ mama nas contribuições compulsórias oriundas de folhas de pagamento de empresas, portanto de renúncia fiscal de R$ 20 bilhões.

Em São Paulo, Paulo Skaf usa o conjunto de “aparelhos” do Sistema S (Sebrae, Sesi, Senai, Fiesp, etc.) para tentar chegar ao Palácio Bandeirantes — sede do governo paulista.

O empresário patobranquense Cláudio Petrycoski assumiu com a vacância, no Paraná, a presidência da Federação das Indústrias. O titular, Campagnolo, também se licenciou para tentar um cargo na política.

Em Minas Gerais, Josué Alencar igualmente deixou Fiemg para concorrer às eleições de outubro.

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