SAÚDE

Em Pelotas só um terço das crianças foram vacinadas contra poliomielite (Paralisia Infantil) do Brasil

Depois das notícias sobre farsa nos exames de Câncer de Colo de Útero,  Pelotas figura também entre as cidades do Brasil com menor cobertura em vacina contra Poliomielite (Paralisia Infantil) , mais uma doença que há muito estava erradicada, e que como o Sarampo e outras, voltam de forma assustadora depois da derrubada por golpe do governo petista em 2016. Em pelotas apenas um terço das crianças que deveriam ser vacinadas o foram. A meta preconizada pela Organização Mundial da Saúde e pelo Ministério da Saúde é de cobertura vacinal de 95%. A tal fama de “bom gestor” do manda chuva tucano pelotense Eduardo Leite parece estar fazendo água. E o pior, é que isto significa a saúde e até a vida de cidadãos e cidadãs. Ao divulgarem falsas políticas baseadas em números sem investigar seus conteúdos, a grande mídia, como a RBS e a Globo, é responsável por boa parte da tragédia que estamos vivendo no Brasil, com o desmonte de Sistemas como o SUS, o SUAS e a Educação. Muito Triste!

Leite 3

Comentário de Técnico da área da saúde sobre o tema

Leite 1

Leite 2

 

Sobre a Poliomielite ou Paralisia Infantil:

Poliomielite: sintomas, transmissão e prevenção (Boletim Bio FioCruz)

Sintomaspoliovirus-fiocruzpoliomielite é uma doença infecto-contagiosa aguda, causada por um vírus que vive no intestino, denominado Poliovírus. Embora ocorra com maior frequência em crianças menores de quatro anos, também pode ocorrer em adultos. O período de incubação da doença varia de dois a trinta dias sendo, em geral, de sete a doze dias. A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas (forma subclínica) ou nenhum e estes são parecidos com os de outras doenças virais ou semelhantes às infecções respiratórias como gripe – febre e dor de garganta – ou infecções gastrintestinais como náusea, vômito, constipação (prisão de ventre), dor abdominal e, raramente, diarréia. Cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte. Em geral, a paralisia se manifesta nos membros inferiores de forma assimétrica, ou seja, ocorre apenas em um dos membros. As principais características são a perda da força muscular e dos reflexos, com manutenção da sensibilidade no membro atingido.

 

Transmissão

Uma pessoa pode transmitir diretamente para a outra. A transmissão do vírus da poliomielite se dá através da boca, com material contaminado com fezes (contato fecal-oral), o que é crítico quando as condições sanitárias e de higiene são inadequadas. Crianças mais novas, que ainda não adquiriram completamente hábitos de higiene, correm maior risco de contrair a doença. O Poliovírus também pode ser disseminado por contaminação da água e de alimentos por fezes. A doença também pode ser transmitida pela forma oral-oral, através de gotículas expelidas ao falar, tossir ou espirrar. O vírus se multiplica, inicialmente, nos locais por onde ele entra no organismo (boca, garganta e intestinos). Em seguida, vai para a corrente sanguínea e pode chegar até o sistema nervoso, dependendo da pessoa infectada. Desenvolvendo ou não sintomas, o indivíduo infectado elimina o vírus nas fezes, que pode ser adquirido por outras pessoas por via oral. A transmissão ocorre com mais frequência a partir de indivíduos sem sintomas.

 

crianca-polio-vacinas-vacinacaoPrevenção

poliomielite não tem tratamento específico. A doença deve ser evitada tanto através da vacinação contra poliomielite como de medidas preventivas contra doenças transmitidas por contaminação fecal de água e alimentos. As más condições habitacionais, a higiene pessoal precária e o elevado número de crianças numa mesma habitação também são fatores que favorecem a transmissão da poliomielite. Logo, programas de saneamento básico são essenciais para a prevenção da doença. No Brasil, a vacina é dada rotineiramente nos postos da rede municipal de saúde e durante as campanhas nacionais de vacinação. A vacina contra a poliomielite oral trivalente deve ser administrada aos dois, quatro e seis meses de vida. O primeiro reforço é feito aos 15 meses e o outro entre quatro e seis anos de idade. Também é necessário vacinar-se em todas as campanhas.

Vai a lista anexa ao Ofício da Procuradoria Federal, onde constam as 17 cidades do RS:

Rs1

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