Rio Grande do Sul

Carmem Flores abre o verbo contra Heinze e fala de valores que teria a receber e traições

A turma do bolsonaro já esta brigando via jornais no RS, sobre a divisão de recursos. Imagina se o cara chegar a Presidência. Vão dividir o espólio da nação? Leia trechos da entrevista da Dona da loja de moveis que sabe-se lá por que resolveu entrar para a política. Estaria a loja falindo?  Vamos combinar que quem fala o que ela falou não esta pensando em beneficiar os outros.  A matéria integral do Correio do Povo tu acessas clicando aqui .

” Nos últimos dias eles tocaram fakes (fake news), me chamando de ‘Tia Carmen’, me chamando de milhões de coisas, você não viu? Entraram na minha página. O PP não votou em mim, entende? Nós votamos no PP e o PP não votou em mim. (…) Ele (Heinze) vinha aqui, choramingava todos os dias na minha porta, pedindo para fazer dobradinha, que ia me ajudar a pagar a campanha do Bolsonaro. E quando chegou sexta-feira, me disse: ‘Não tenho dinheiro para te pagar. Não tenho dinheiro para te ajudar’. Sem vergonha é o Heinze. Ele e a Ana Amélia Lemos. Ele me prometeu um valor irrisório, porque fez uma campanha de R$ 8 milhões (…) Me prometeu R$ 120 mil e não pagou. Em 2014 este partido, o PP, já me deu um golpe. Agora me deu outro. (…) E o Onyx (presidente estadual do DEM e coordenador da campanha de Bolsonaro no RS) tinha me dito: ‘O Heinze é diferente, ele é um cara do bem, nós odiamos a Ana Amélia, mas ele é do bem.’ Está aí: do bem para ele mesmo.”

Cambalacho

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