Lava Jato

CNJ manda TRF-4 apurar conduta de Hardt na criação da ONG da Lava Jato

Com a propina de R$ 2,5 bi pagas pelos EUA, com dinheiro tomado da Petrobras a Lava Jato deixou explicito o que antes era só denúncia: A Lava Jato nunca foi contra a corrupção. Muito pelo contrário. E o TRF 4, que macomunado com Moro, condenou Lula sem prova nenhuma, vai ser posto de novo a prova. Até as pedras sabem da ilegalidade do dinheiro passado a Dallagnol e sua trupe, mas a Juíza estafeta de Moro homologou a treta. Agora a chefia dela, o TRF 4 vai ter que dizer se apóia o crime de Lesa Pátria cometido por Moro, Dallagnol e cia, entregando inclusive segredos da Petrobras aos americanos em um acordo espúrio ou se o TRF 4 toma o rumo da Constituição e condena a conduta da serviçal de Moro. A justiça que já desacreditada, tem condições de retomar o caminho de resgate da Constituição. Leia artigo do Jornal GGN

Hardt, na condição de juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, foi quem homologou, em janeiro passado, um tratado entre os procuradores de Curitiba e a Petrobras, dando destinação aos R$ 2,5 bilhões que a estatal admitiu pagar às “autoridades brasileiras” em acordo feito nos EUA

Jornal GGN – O corregedor nacional de Justiça Humberto Martins determinou que a Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal Regional Federal da 4ª Região apure a denúncia de parlamentares do PT e do PROS contra a participação da juíza Gabriela Hardt na formação de uma ONG ou fundação privada que irá gerir R$ 2,5 bilhões provenientes de multa acertada pela Petrobras nos EUA. O Tribunal terá 60 dias para prestar os esclarecimentos ao CNJ. A informação é do Conjur.

Hardt, na condição de juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, foi quem homologou, em janeiro passado, o acordo entre os procuradores de Curitiba e a Petrobras, dando destinação aos R$ 2,5 bilhões. Pelo acerto, metade do valor será injetado num fundo patrimonial para investimentos em ações sociais e anticorrupção. A outra parcela ficará retida por alguns anos para a indenização de acionistas brasileiros que processam a estatal.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann e outros 12 parlamentares do partido, e uma do PROS, questionam a competência de Hardt para homologar o acordo.

“A magistrada, atuando fora das competências da Vara Federal em que atuava, homologou acordo que atribui à chamada ‘Força-Tarefa da lava jato no Paraná’ a adoção de medidas necessárias à constituição deste fundo, sendo também responsável pela fiscalização das obrigações assumidas no acordo”, frisaram.

“Em 12 de março, o Ministério Público Federal anunciou que interrompeu os procedimentos para organizar a fundação que administraria o fundo. Os procuradores disseram por meio de nota pública que o ‘debate social existente sobre o destino dos recursos’ os fez repensar”, lembrou o Conjur.

O acordo também acabou suspenso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que também investiga o caso.

Os procuradores de Curitiba também terão de responder ao Conselho Nacional do Ministério Público.

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