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Imitando Bolsonaro, Mourão tenta reescrever a história com mentiras e exalta Ditadura Militar

Repetir a mentira mil vezes vira verdade no senso comum se não lhe for anteposta a própria verdade, já dizia Goebels, Ministro da Propaganda de Hitler. Bolsonaro se elegeu a partir de mentiras repetidas bilhões de vezes em incontáveis posts no whatsapp e nas demais redes sociais. E segue mantendo fiéis crentes. Para tentar manter a unidade destes que acreditam piamente nas mentiras, mas que desconfiam das mentiras bolsonaristas sobre Corona Vírus, a camarilha esta buscando outro emissor para as mentiras que buscam reescrever a história. O fiel escudeiro golpista que a soldo do império destruiu parte da economia nacional com a Farsa a Jato, já começa a buscar uma saída do porão do navio.

E Hoje, aniversário do Golpe que deu Origem a Ditadura, eis que o Vice Presidente Mourão resolve exaltar os méritos da Ditadura Militar que ceifou vidas e que encarcerou a democracia no Brasil por 21 anos. Nada surpreendente aliás. Mourão é seguidor da corja de generais vendilhões que nem mesmo o Plano de Desenvolvimento Nacional de Geisel aceitavam visto quererem entregar logo tudo ao Império Americano. Com Bolsonaro o intento estava acontecendo. Agora para tudo. E se para tudo, é preciso manter acesa a mentira.

Mourão exalta ditadura militar e diz que Forças Armadas enfrentaram “desordem e subversão” (Na Revista Fórum)

No dia do aniversário do golpe, vice-presidente usou as redes sociais para distorcer fatos históricos e celebrar a ditadura que perseguiu, torturou e matou por 21 anos no paísO general Mourão. Foto: YouTubePor Luisa Fragão

Em plena crise do coronavírus, o governo de Jair Bolsonaro não deixa de, mais uma vez, tentar reescrever a história do país através de uma narrativa manipulada sobre a ditadura militar. O vice-presidente Hamilton Mourão aproveitou o aniversário do golpe de 1964, neste 31 de março, para exaltar a ditadura que se alastrou no país e que perseguiu, torturou e matou minorias e opositores.

“Há 56 anos, as FA intervieram na política nacional para enfrentar a desordem, subversão e corrupção que abalavam as instituições e assustavam a população. Com a eleição do General Castello Branco, iniciaram-se as reformas que desenvolveram o Brasil. #31deMarçopertenceàHistória”, escreveu o vice-presidente de Jair Bolsonaro no Twitter.

Ao contrário do que foi dito por Mourão, o ex-presidente Castello Branco não foi eleito. O militar em questão foi o primeiro da ditadura militar no Brasil, sendo então um dos articuladores do golpe de 64 que derrubou João Goulart. Uma das primeiras medidas do militar, por exemplo, foi a promulgação do Ato Institucional 2, que aboliu o pluripartidarismo e concedeu poderes ao presidente para cassar mandatos de deputados e convocar eleições indiretas.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, também elogiou o golpe militar através de um comunicado emitido nesta segunda-feira (30). Nele, o ministro diz que a ditadura é um “marco para a democracia brasileira”.

“Os países que cederam às promessas de sonhos utópicos ainda lutam para recuperar a liberdade, a prosperidade, as desigualdades e a civilidade que rege as nações livres. O Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. Muito mais pelo que evitou”, escreveu Azevedo e Silva.

De acordo com a Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170/83), a Lei dos Crimes de Responsabilidade e (Lei 1.079/50) e o Código Penal (artigo 287), exaltar a ditadura militar é crime no Brasil.

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