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“Estranho ver isso em noite de protestos raciais”, diz jornalista dos EUA sobre ato bizarro no Brasil

Shannon Sims, editora da agência Bloomberg, se impressionou com o ato à lá Ku Klux Klan liderado por Sara Winter em Brasília; “Cena surreal”

Na Revista Fórum

ato bizarro promovido pela bolsonarista Sara Winter e sua milícia “300 do Brasil” em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília, na madrugada deste domingo (31), repercutiu internacionalmente e impressionou negativamente a jornalista Shannon Sims, editora de economia e governo para a América Latina na agência estadunidense Bloomberg.

Pelo Twitter, Shannon fez um paralelo entre os protestos contra o racismo e a violência policial que vêm tomando contra dos Estados Unidos, motivados pelo assassinato de George Floyd, e a manifestação bolsonarista de Brasília, recheada de simbologias de supremacistas, como as tochas utilizadas pela Ku Klux Klan (KKK).PUBLICIDADE

“Estranho ver isso em uma noite de protestos raciais aqui nos EUA”, diz a jornalista em seu tuíte, e prossegue, demonstrando espanto: “Uma cena surreal em protesto contra o Supremo Tribunal Federal. Contexto: o tribunal ordenou a apreensão de telefones celulares etc., de apoiadores de Bolsonaro suspeitos de espalhar notícias falsas”.

KKK à brasileira

Alvo do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que apura a máquina de fake news e ataques às instituições de bolsonaristas, a ex-funcionária do Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos, Sara Winter, liderou na madrugada desta domingo (31) um protesto bizarro em frente ao prédio da Corte em Brasilia. 

Sara estava com os seus ‘300 do Brasil’, grupo que segundo ela mesma teria membros armados. Mascarados e segurando tochas, o grupo praticamente reeditou uma marcha da Ku Klux Klan (KKK), grupo supremacista estadunidense que ficou famoso por perseguir negros. Supremacistas modernos também costumam a usar tochas em suas atividades.

Com passos marcados, como soldados, os presentes no ato gritavam “ahu”, expressão que vem se tornando comum entre grupos de extrema-direita ao redor do mundo. 

Após ser alvo da operação da PF no inquérito das fake News, Sara Winter fez novas ameaças a Alexadre de Moraes e, inclusive, desafiou o ministro a prendê-la. Neste sábado (30), Moraes remeteu o caso de Winter para a primeira instância e ela será investigada agora pela Procuradoria da República no Distrito Federa

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