Brasil/SAÚDE

Coronavírus: Brasil passa de 75 mil mortes e completa 2 meses sem ministro da Saúde definitivo

No cemitério Vila Formosa, em São Paulo, dobrou o número de enterros. Foto: Nelson Almeida/AFP

País contabiliza mais de 1,9 milhão de casos confirmados de coronavírus (Na Carta Capital)

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) contabiliza 75.366 mortes e 1.966.748 infecções por coronavírus, segundo atualização desta quarta-feira 15. Em 24 horas, o órgão registrou 1.233 óbitos e 39.924 casos confirmados da doença.

Os brasileiros ocupam a vice-liderança dos rankings mundiais de mortes e de casos de coronavírus, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins. No topo das listas, os Estados Unidos acumulam mais de 136 mil vítimas fatais e 3,4 milhões de contaminações.

O Brasil acaba de completar 2 meses sem um ministro da Saúde definitivo. Desde que Nelson Teich se demitiu, em 15 de maio, o general Eduardo Pazuello comanda a pasta de forma interina. O presidente Jair Bolsonaro ainda não escolheu um nome para substituir o militar.

Para o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), “o Exército está se associando a esse genocídio”, segundo declarou no sábado 11, durante entrevista à revista IstoÉ. Representantes das Forças Armadas pedem retratação do magistrado e entraram com uma ação na Procuradoria-Geral da República (PGR).

São Paulo segue como líder entre os estados mais afetados, com 18.640 mortes e 393.176 casos confirmados de coronavírus.

2 pensamentos sobre “Coronavírus: Brasil passa de 75 mil mortes e completa 2 meses sem ministro da Saúde definitivo

  1. Meu caríssimo Luiz Muller, leio atentamente suas publicações, excelentes, mas você não acha que sendo interino ou não, nós temos um ministro efetivamente, que nomeia pessoas e dá a linha de atuação do ministério? Então sendo interino ou não, pela lei ele tem poderes plenos no órgão. Acho que temos de parar com essa estória de que não temos ministro da saúde. Temos, ele é um general, que substituiu profissionais da área por seus colegas militares, que quando assumou haviam 14 mil mortes e agora temos 75 mil mortes! A conta é dele e do presidente. Ambos tomam as decisões no âmbito da saúde. Pq não se diz isso? abraços

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