economia

Governo vai cortar dinheiro do Bolsa Família e da Educação, Tirar dos pobres para dar aos miseráveis! é a “Renda Cidadã”

Ricos no Brasil não pagam impostos sobre lucros e dividendos. É hora do Imposto Sobre Grandes Fortunas!!!. No resto do mundo pagam. E pagam bem. Mas Bolsonaro vai continuar presenteando os bilionários, mesmo nesta época de pandemia que estamos vivendo. E como muita gente esta caindo na Extrema Pobreza e Miséria de novo, Guedes e Bolsonaro vão acabar com o Bolsa Família, pegar dinheiro da Educação que já esta pouco e vão meter a mão na grana de precatórios. Os precatórios são aquele dinheiro de pessoas que tem ações contra o Estado na Justiça, e que estão reservados pra quando a ação terminar. Como eles querem usar também este dinheiro pra dar pra tal “renda cidadã”, quando aquele aposentado, depois de muitos anos, ganhar a ação na Justiça, o dinheiro não estará mais lá. Ou seja, mesmo ai estão tirando dos pobres para dar para os miseráveis. E bastava criar o Imposto Sobre Grandes Fortunas. Mas não querem. Em recente artigo publicado aqui no Blog, fica claro que uma taxa ínfima sobre os ganhos dos muito ricos já garantiria R$ 50 Bilhões anuais de arrecadação.

Leia a matéria da Agência Reuters 

O Renda Cidadã, programa de transferência de renda a ser criado pelo governo do presidente Jair Bolsonaro em substituição ao Bolsa Família, será custeado com a verba do próprio Bolsa Família, com a sobra de recursos após o pagamento de precatórios e ainda com uma pequena fatia da verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), afirmou o senador Marcio Bittar (MDB-AC).

Na entrevista coletiva na porta do Palácio da Alvorada, com a presença de Bolsonaro, ministros e líderes, Bittar disse que houve um “consenso” e o presidente deu sinal verde para fechar a proposta do Renda Cidadã.

A proposta será incluída na chamada PEC Emergencial, em tramitação no Senado, disse Bittar, que é relator dessa matéria. Não se falou qual o valor do novo programa de transferência de renda.

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), disse que o Renda Cidadã será apresentado respeitando o teto de gastos públicos e tem por objetivo atender aos milhões que, a partir de janeiro, ficarão sem receber o auxílio emergencial pago durante a pandemia do novo coronavírus.

Contudo, não houve por ora consenso sobre a segunda etapa da reforma tributária, que foi outro tema debatido no encontro que segue durante almoço no Palácio da Alvorada.

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