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No artigo “A praga do jornalismo lavajatista”,colunista da Folha usa jornal pra tentar limpar a merda que fizeram

Não conheço Cristina Serra, nem sei de suas posições, mas o fato de tentar usar papel do Jornal pra tentar explicar todas as merdas que a mídia fez, me chamou a atenção. Mas Papel da Folha já não serve mais nem pra limpar cocô de cachorro do chão. Golpistas, como toda a Grande mídia, daqui a 50 anos não vã poder repetir o Pedido de desculpas que fizeram depois de terem apoiado a Ditadura Militar. Daqui a 50 anos não mais existirão. É provável que sejam engolidos pelo bolsonarismo ou se adaptem de tal forma a ele, que fiquem desnecessários. Nem pra limpar cocô de cachorro servirão os jornalões se se concretizar a Colônia Agro Pastoril que se desenha no horizonte do Golpe e da destruição da nação que apoiam. Não adianta publicar um artigo limpido destes no meio de tanto papel sujo. Não vai limpar .

E como a Folha na internet é só para aqueles que topam pagar pra ler, segue comentário do Brasil 247 sobre o referido artigo:

247 – A jornalista Cristina Serra publicou um artigo no jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira (8) afirma que quando começou, em 2014, a Lava Jato gerou justificadas expectativas de combate à corrupção. Revelou-se, no entanto, um projeto de poder e desmoralizou-se em meio aos abusos e ilegalidades cometidas por Moro, Dallagnol e a força-tarefa”.

“Além de afrontar o ordenamento jurídico e ajudar a corroer a democracia, a Lava Jato também corrompeu e degradou amplos setores do jornalismo; em alguns casos, com a ajuda dos próprios jornalistas, como a Vaza Jato já havia mostrado e agora é confirmado nas conversas liberadas pelo ministro do STF, Ricardo Lewandowski”, acrescentou. 

A jornalista relembra: “Em março de 2016, por exemplo, Moro vazou o conteúdo do grampo que captou ilegalmente conversas entre a então presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. O grampo, que sabidamente atendia a interesses político-partidários, foi reproduzido por muitos veículos sem a necessária crítica quanto a isso”.

Ela finaliza dizendo que “a relação pervertida entre poder e imprensa fere a dignidade da profissão. É uma praga a ser sempre evitada e combatida”.

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