trabalho/Trabalho Escravo

Pra Globo, menino lavando vidro de carro em farol… é “empreendedorismo” e não trabalho infantil

“Para especialistas, é possível conseguir, com o empreendedorismo, um faturamento mensal entre R$ 300 e R$ 600 — valor do benefício pago pelo governo. No entanto, é preciso persistência e muito planejamento para que o negócio dê certo” (Extrato da Matéria do Jornal Extra, do Grupo Globo. O Extra esta para os cariocas, como esta o diário gaúcho da RBS para os gaúchos: é um jornal dirigido as camadas mais pobres da classe média e dos trabalhadores)

Milhões de trabalhadores sem emprego, industrias fechando, O Brasil, maior produtor de Petróleo do mundo e nós pagando gasolina, gás e Diesel em Dólar pra multinacionais, mas o que vai salvar os brasileiros é o empreendedorismo tem dito os liberais cheios de grana e os banqueiros.

E não dá pra esquecer toda a campanha que a grande mídia, capitaneada pela Globo faz, defendendo o “empreendedorismo” como solução. Começa do Bom Dia Brasil, passa pela Ana Maria Braga ensinando a fazer bolinho pra vender, passa por outros programas ensinando a ser cabeleireiro, etc…Mas esta turma toda “trabalhando pra si mesmo”, vai vender serviço e produto pra quem?

Pra criança “empreendedora” que vai lavar vidro de carro e,vender bala e pedir esmola na Sinaleira(farol).

Pois é. Tá na capa do Jornal carioca Extra do Grupo Globo.

É confissão da barbaridade que fizeram quando liquidaram com os direitos trabalhistas e previdenciários. Mas defendem que haja mais reformas que vão tirar mais direitos.

Logo o menino da foto estará amarrado a uma bola de ferro, lavando o Carro dos Irmãos Marinho no quintal da mansão.

Até por que, o Jornal sequer fala sobre educação e claro, um guri destes é muito mais útil e “empreendedor” lavando carros.

A matéria toda é um escárnio. Segue mais um trecho:

 Em dezembro, quando percebeu que o benefício estava chegando ao fim, ela decidiu voltar a fazer bolo de pote para vender. No entanto, o lucro com as vendas tem ficado na faixa de R$ 200, e não é suficiente para arcar com todas as despesas da casa.

— Ofereço os bolos na vizinhança, no grupo de moradores, e a procura é boa, mas está todo mundo meio apertado. Assim como eu, outras pessoas estão sofrendo com o fim do auxílio. Penso em expandir, em começar a vender em outros lugares, colocar pessoas para oferecer o meu produto — diz Suzany.

Teu estômago ainda não revirou e topa ler mais?

Então clica no link e lê no original:

Sem auxílio emergencial, empreendedorismo pode ser a saída para garantir o sustento da família

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