Educação/Rio Grande do Sul

Eduardo Leite trata mal a Educação : Sem luz a um ano, Escola de Portão, aguarda reparo na rede elétrica até hoje

Quando Eduardo Leite disse que professores são só “gasto” e defende privatização da Educação Primária e Básica, na pratica significa o que esta denunciado no artigo a seguir, do CPERS SINDICATO.

E nos municípios e rincões, cada vez piora mais a situação da gestão. Esta com certeza não é a Única Escola Estadual abandonada pelo Governo Leite. Há centenas delas. A consequência da privataria do Leite na Educação o povo que tem filho na Escola sente na vida. Mas muitas vezes acha que é só a dele e que as outras escolas estão bem. Não estão não.

Desde o dia 29 de junho de 2020, após um curto-circuito que causou um incêndio, a comunidade escolar da EEEF Portão Velho, de Portão, aguarda reparos na fiação elétrica do prédio.

A escola, que atende 263 alunos do bairro Vila Rica, está totalmente fechada para as aulas presenciais. Atualmente, somente a sala do SOE possui energia elétrica e é lá que os professores(as) imprimem as atividades dos alunos(as) que não têm acesso à internet. 

Ana Paula Bernardi, diretora da Portão Velho, relata que, se qualquer outro aparelho eletrônico é acionado, o sistema entra em curto. 

“Desde o incêndio, a nossa rede elétrica foi condenada. O governo demorou para aprovar o projeto e até hoje estamos aguardando a publicação. A gente só quer saber em que pé anda? Vai sair? Não vai sair? A comunidade vem na escola nos perguntar quando vai voltar a luz e não temos respostas”. 

Na tarde desta quarta-feira (7), o CPERS visitou a escola para verificar a situação e de que maneira ajudar a comunidade da Portão Velho.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou a qualidade da estrutura da escola e garantiu que vai buscar respostas junto à Secretaria da Educação.

“É inadmissível que uma escola com essa estrutura esteja passando por essa situação. Nós vamos mediar uma conversa com a Seduc para buscar as repostas que a comunidade da Portão Velho merece”. 

Cassia Luana Mattje De Oliveira, mãe de um aluno do 6º ano e Kátia Cilene de Ávila do Nascimento, mãe de um aluno do 4º e de uma aluna do 9º, acreditam que já passou da hora do problema ser resolvido. “Além da pandemia, temos essa função de estar sem luz. A escola se encontra em ordem, tudo organizado, mas a rede elétrica está prejudicando todos”, afirma Cassia.

Também acompanharam a visita o diretor do CPERS Cássio Ritter e o diretor do 14° Núcleo (São Leopoldo) Luiz Henrique Becker.

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