Vacina

Tucanagem criminosa: Eduardo Leite pediu que Doria atrasasse início da vacinação para não prejudicar Bolsonaro

Dória e Leite apoiaram o golpe e escancaram apoio a Bolsonaro em 2018. Ambos são privateiros dispostos a entregar tudo que existe de público para a iniciativa privada e submetem Professores e funcionários públicos a uma exploração sem precedentes depois da Constituição de 1988. Agora estão brigando por que mesmo? Ambos pularam fora do navio que afunda, feito ratos. Um pulou antes. O outro até agora não pulou e ao que tudo indica, não esta agarrado só a caneta BIC do capetão. Há quem diga que o viram pendurado no saco dele.

Segue artigo do SUL 21 sobre o tema título deste post aqui. E 2 fotos que eu publico pra lembrar de que lado os dois estão. E estarão sempre do mesmo lado quando se trata de atacar direitos do povo, dos trabalhadores e entregar bens e serviços públicos a preço de banana pra iniciativa privada. Junto com Moro e outros criminosos, formam fileiras na tal 3ª via que o império americano vai tentar emplacar por aqui, já que o capetão parece já não lhes servir mais.

Em telefonema no dia 15 de janeiro, Leite pediu a Dória que atrasasse vacinação para não atrapalhar ‘coordenação nacional’ de Bolsonaro

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), admitiu, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que telefonou para o chefe do Executivo de São Paulo, João Dória (PSDB), no dia 15 de janeiro deste ano, pedindo que ele retardasse o início da vacinação contra a covid-19 no Estado para não prejudicar o presidente Jair Bolsonaro. O telefonema de Eduardo Leite a Dória foi um pedido do ministro Luiz Eduardo Ramos, então secretário-geral do governo.

Ramos pediu a Leite para que tentasse convencer Dória a adiar o início da vacinação para ajustá-la com o calendário da vacinação nacional que vinha sendo protelado pelo governo Bolsonaro. O governador paulista não concordou com o pedido de seu colega gaúcho e lamentou que o mesmo se prestasse a esse serviço. Na entrevista, Leite disse que concordou com o pedido feito pelo general Ramos por julgar ser necessária uma coordenação nacional no processo de vacinação.

O telefonema de Leite a Dória contradiz a postura adotada pelo governador gaúcho nos meses seguintes em relação à “coordenação nacional” do governo Bolsonaro no enfrentamento da covid-19.  No dia 1º de março, por exemplo, Leite criticou as declarações de Bolsonaro questionando as aplicações de recursos pelos governadores. “A intenção do presidente é causar confusão. Precisamos de vacina e não de conflito”, disse na época.  Além disso, no mesmo período, Leite disse que Bolsonaro tinha “desprezo” pela população e que o comportamento do presidente na pandemia questionando as medidas sanitárias e a vacina estava causando a morte de pessoas. E acrescentou:

“Não tem como entender que o presidente da República não seja responsável por esse número de mortes no Brasil uma vez que gera confusão. (…) É desumano, é egoísta e é uma irresponsabilidade. Se a sua preocupação é a economia, ouça o seu ministro da Economia que diz que vacinar é o grande programa de recuperação econômica. A vacina é que vai parar o vírus. E se não podemos parar o vírus temos que parar as pessoas que carregam o vírus”.

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