corrupção/Educação

Corrupção bolsonarista: Ministro oferece dinheiro para quem retirar assinatura de pedido de #CPIdoMEC

Alguns meios de comunicação manchetearam que “Ciro Nogueira oferece Cargos e Verbas para quem retirar assinatura de pedido de CPI do MEC“. Mas estas “Verbas” são o que mesmo, senão dinheiro publico usado pra comprar canalhas dispostos a se venderem por que não tem compromisso nenhum com o povo, mesmo aquele que os elegeu? Por isto fiz questão de deixar bem claro no título deste post, do que se trata!

Por hora ainda há uma quantidade de bolsonaristas exibindo a sua ignorância nas Redes e nas ruas. Mas num futuro próximo, esta gente terá vergonha de um dia ter se reivindicado apoiador do Grupo Criminoso miliciano que se apropriou do poder no Brasil com uma eleição calçada sobre a divulgação de meentiras e fake news e que espalhou a pregação do ódio, da violência e da divisão entre os brasileiros.

Segue artigo da URBS MAGNA sobre a mais nova canalhice bolsonarista, no mesmo dia em que a gente fica sabendo do Assédio Sexual praticado pelo Presidente da CAIXA FEDERAL (outro bolsonarista indicado pelo miliciano) contra funcionárias.

Bolsonaro e governistas estão apavorados com a possibilidade da CPI do MEC e, na prática, serve como confissão de que há mesmo sujeira.

Um pedido de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito que deve investigar as denúncias de corrupção e tráfico de influência no Ministério da Educação, assinado por 31 senadores, quatro a mais do que o mínimo necessário para que o requerimento pudesse ser protocolado, foi entregue pelo líder da oposição no Senado, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) na terça-feira (28/6).

Contudo, quem já assinou ainda pode retirar seu nome do documento e, para tentar impedir a abertura da CPI, o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, tem dado seus telefonemas, com a promessa de liberar cargos e verbas, em troca da retirada de assinaturas.

A articulação confirma que o governo tem medo da comissão e, na prática, serve como confissão de que há mesmo sujeira no MEC, escreve Felipe Moura Brasil, no UOL.

Em apenas dois dias, logo após a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro, o governo Bolsonaro liberou 3,2 bilhões de reais do orçamento secreto, o mecanismo bolsonarista de compra de apoio e blindagem parlamentar, ou seja, o mensalão institucionalizado.

A CPI chega em um momento de urgência, em que várias circunstâncias obrigam os parlamentares a abrir uma outra frente de investigação de elementos bastante comprometedores, em um cenário em que não havia garantia de que ela avançaria sozinha, já que o próprio delegado responsável pelo caso denunciou que houve interferência na Polícia Federal com o objetivo de blindar o governo Bolsonaro.

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