Mas a manchete da Grande Mídia, pelo menos naquela que deu destaque a notícia, foi “Mais de 700 crianças palestinas morreram na Faixa de Gaza, diz Unicef”como esta do Metrópoles”, cujo conteúdo reproduzo na íntegra a seguir . Como assim “morreram”? Tem outra denominação pra isto, que ASSASSINATO? ou a morte destas crianças seriam só um “efeito colateral” de uma “vingança” Judia pela ataque terrorista do Hamas? Quanta diferença.
O Unicef ressalta que número de crianças feridas, desde a escalada recente do conflito entre Israel e Hamas, passa de 2,4 mil

Ao menos 700 crianças palestinas morreram na guerra entre Israel e o grupo radical Hamas, que chega ao 9º dia neste domingo (15/10). A informação é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
À CNN dos Estados Unidos a porta-voz do Unicef, Sara Al Hattab, afirmou, nesse sábado (14/10), que a quantidade se baseia em informações divulgadas por fontes locais. O número de crianças feridas chega a 2,4 mil.
“As imagens e histórias são claras: crianças com queimaduras horríveis, ferimentos de morteiro e membros perdidos. E os hospitais estão totalmente sobrecarregados para tratá-los”, disse Sara Al Hattab à rede de televisão.
Vale destacar que no momento da divulgação dos números pelo Unicef o total de óbitos na Palestina era de 2.215. Neste domingo (15/10), houve incremento de mais 114 óbitos. O Ministério da Saúde palestino contabiliza 2.329 mortes, desde a escalada do conflito entre Israel e o Hamas.
Já a Embaixada de Israel informou que 1,4 mil pessoas perderam a vida. Há ainda 13.113 feridos, sendo 3,4 mil em Israel e 9,7 mil em Gaza.
O número de mortos na guerra entre Israel e o grupo extremista Hamas chegou, neste domingo, a 3.729 óbitos entre os dois povos.

Cenas de destruição na Faixa de Gaza após ataque do Hamas a Israel Ashraf Amra/Anadolu via Getty Images
Crise humanitária
Na última sexta-feira (13/10), as Forças de Defesa de Israel determinaram que todos os civis da área deixem o norte da Faixa de Gaza. A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou, porém, ser impossível esse deslocamento sem “consequências humanitárias devastadoras”.
Ainda assim, o governo de Israel não recuou da determinação, o que levou centenas de milhares de famílias a deixarem tudo para trás. E, em meio a essa mobilização, os bombardeios não cessaram.
Os bombardeios contra a Faixa de Gaza se somam à falta de suprimentos de primeira necessidade, a partir da iniciativa de Israel de ordenar um cerco total à região. Gaza tem carecido, por exemplo, de alimentos, combustíveis e remédios.
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São dados fornecidos pelo “governo palestino”, ou seja, pelo grupo terrorista Hamas, que oprime os palestinos desde 2006, quando foi democraticamente eleito, assassinando em seguida centenas de opositores. Uma fonte que carece de credibilidade. Procurei o citado documento da UNICEF, mas não encontrei. Os links da matéria são falsos. Seria bom incluir o acesso ao documento da UNICEF, já que a morte de 700 crianças é uma tragédia terrível.
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As crianças pagam pelas decisões dos líderes que seus pais escolheram para seu país.
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