SAÚDE

Governo Temer vai fechar farmácias populares

Mais de 10 milhões de pessoas pobres compram hoje remédios bem mais baratos ou os recebem gratuitamente nas Farmácias Populares. Temer vai acabar com o programa e milhões de pessoas pobres não terão mais acesso a remédios gratuitos ou com preço subsidiado.

No artigo “Governo Temer suspende contratos do programa ‘Aqui tem farmácia popular’” este blogueiro antecipou no ano passado o que agora se confirma. O Governo Temer vai fechar mesmo as farmácias populares. Restarão apenas as farmácias privadas conveniadas que não tem todos os remédios. E de novo, já é óbvio que mesmo estes convênios também acabarão. O governo Temer liquida um a um programas sociais de relevância, que ajudaram o país e o povo a melhorar. Além de congelar por 20 anos os investimentos em saúde, também os custos dos remédios serão jogados na conta dos mais pobres. E muitos não tem dinheiro para comprar. Então, muitos acabarão mesmo morrendo antes por que Temer lhes corta o remédio. Veja matéria Do Jornal GGN

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Foto: Prefeitura de Itanhaém
Jornal GGN – Após anunciar, no final de março, que não iria mais financiar as unidades próprias do  Farmácia Popular, agora o governo decidiu fechar as farmácias do programa que são mantidas com recursos federais.
Agora, os pacientes terão de procurar os remédios nas farmácias conveniadas. Caso os municípios queiram manter suas unidades funcionando, as gestões municipais deverão arcar com os custos.
Segundo o Bom Dia Brasil, da TV Globo, nem todos os medicamentos podem ser encontrados nas farmácias conveniadas, sendo que elas oferecem 25 medicamentos gratuitos ou com preços reduzidos. Já nas unidades do Farmácia Popular eram oferecidos 125 remédios.
O governo justificou a medida afirmando que a maioria dos pacientes procura por medicamentos que podem ser encontrados nas conveniadas. Segundo o Ministério da Saúde, o Farmácia Popular atende quase dez milhões de pessoas mensalmente.
O programa foi lançado em 2004, ainda na primeira gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo era garantir a distribuição gratuita ou com até 90% de desconto de mais de 100 medicamentos de uso contínuo para doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.
Atualmente, a rede própria de farmácias populares tem 393 unidades, um número que já vinha sendo reduzido. Membro da União dos Movimentos Populares de Saúde (UMPS), Hugo Fanton afirma que a medida é mais um retrocesso do governo Temer que irá prejudicar principalmente a população de baixa renda.
“A tendência é piorar ainda mais o acesso aos medicamentos”, diz Fanton, que também ressalta que a medida faz parte de uma agenda que pretende reduzir os recursos e a participação do sistema público de saúde, favorecendo os interesses do setor privado.
Com informações do G1 e Rede Brasil Atual

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