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Bolsonaro nomeia o “Queiroz que deu certo” para Secretaria Geral da Presidência 

Um dos cargos mais importantes do Governo é entregue as mãos de um amigo e funcionário antigo da Família Bolsonaro. Cada vez mais o Palácio presidencial ganha cara de “casa imperial”, com Bolsonaro e seus familiares mandando e desmandando enquanto Guedes tenta entregar o máximo de patrimônio nacional e roubar o máximo de direitos enquanto o povo não acorda pra desgraça que já esta entre nós e só tende a piorar rapidamente. O Brasil em 3 anos caiu de 7ª para 13ª economia do mundo, voltando ao mapa da pobreza e com o desemprego campeando solto, chegando a mais de 20 milhões de almas já e com tendência a aumentar, diante do desmonte das políticas públicas. E nada indica que um outro “Queiroz”, mesmo tendo dado certo, vá melhorar a situação. Segue artigo de Mauro Lopes, para o  Jornalistas pela Democracia

O governo Bolsonaro estreita-se de uma maneira assombrosa.

Nesta sexta-feira Jair Bolsonaro anunciou que um tal Jorge Antonio de Oliveira Francisco assumirá a Secretaria-Geral da Presidência da República. Trata-se de um PM, major da reserva, uma espécie de “Queiroz que deu certo” para o coração do governo e para um posto-chave do ponto de vista institucional da Presidência da República!

A mídia está vendendo o sujeito como “amigo da família” (o que já seria grave), mas na verdade o major é um funcionário do clã há mais de 10 anos, como o pai o fora antes, por mais de 20 anos. O mesmo desenho relacional do clã com subtenente da PM Fabrício José Carlos Queiroz, um faz-tudo da famiglia -que “tudo” este outro Queiroz, o major Oliveira, fez e faz para Jair, Carlos, Flávio e Eduardo?

Bolsonaro rompe com todos os limites institucionais e vai compondo seu governo com um lumpesinato grotesco – ou, para usar a expressão do analista Artur Araújo, “o lumpen doméstico passa a ocupar os postos-chave”, do queiroz-oliveira secretário-geral ao playboy arrombador de condomínio presidente do BNDES.

É um golpe arriscado. Como observa o jornalista e arguto analista Gilberto Maringoni, “ao contrário de Collor – que no início de sua crise ampliou, com um ministério de ‘notáveis’ – Bolsonaro nomeia notórios para seguir com o convescote”.

Aguardemos pelo histórico da relação do major-serviçal com o clã, o que em breve deve começar a vir à tona. 

A opção do estreitamento e radicalização de Bolsonaro tem tudo para, como se diz, dar ruim.

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