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Paraguai: manifestantes queimam bandeira do Brasil em protesto 

Cerca de 2 mil camponeses acusaram o presidente Mário Abdo Benitez de “traidor da pátria”, e puseram fogo em bandeira do Brasil em protesto

O Brasil “tá mal na foto”. Depois de termos no Sul a fabricação de cigarros paraguaios falsos, agora os paraguaios queimam a bandeira do Brasil em praça pública por conta das falcatruas da familícia bolsonariana. O Brasil vai perdendo toda a respeitabilidade internacional construída desde a época de Rui Barbosa e muito elevada por Lula. Em meses Bolsonaro esta destruindo todo este arcabouço político e econômico com todos os países do mundo. Já chutou a China, a Alemanha, a Noruega, a Argentina e seus parceiros de governo tentaram roubar a Energia de Itaipu pra revender a quem quisesse comprar. E olha só o nome da empresa da turma do Bolsonaro: Léros. Lembra lero…lero, não? (Comentário do Blogueiro)

Segue matéria do R7 sobre a vergonha:

Manifestantes queimam bandeira do Brasil em protesto contra o Paraguai

Um grupo de paraguaios que protestava contra o presidente Mário Abdo Benitez  na tarde desta quarta-feira (14), acusou o político de “traidor da pátria” e chegou a queimar uma bandeira do Brasil.

Os cerca de 2 mil camponeses que participaram da manifestação em Santa Rosa del Aguaray, que fica a cerca de 120 km da fronteira com o Brasil, exigiam a renúncia de Benítez por causa do escândalo do acordo da compra de energia da usina de Itaipu.

A bandeira brasileira foi queimada junto com um boneco que trazia uma foto do presidente. Segundo os manifestantes disseram ao jornal ABC, esse seria o tratamento adequado a um governante que “traiu seu país”. Eles ameaçaram ocupar as ruas de Santa Rosa pelos próximos dias.

No início da semana, a oposição paraguaia convocou protestos em todo o país contra o presidente, que está prestes a completar um ano de mandato. O acordo com o Brasil já causou problemas e demissões no governo.PublicidadeFechar anúncio

Acordo lesivo

A negociação bilateral sobre a compra de energia de Itaipu, assinado em maio em sigilo, estabelecia um cronograma de contratação até 2022, um ano antes do prazo para a renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu e foi denunciado pela oposição como lesivo aos interesses do país.

Por causa do escândalo, cinco integrantes do alto escalão do governo de Abdo Benítez renunciaram aos cargos, entre eles, o ministro de Relações Exteriores, Luis Alberto Castiglioni.

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