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Depois de apoiar milícias, Bolsonaro traz terroristas internacionais ao Brasil. Quem pagará e qual será o preço?

Brasil vai sediar encontro entre aliados militares dos EUA para debater ataques ao Irã (Manchete da Revista Fórum que publico logo após comentário do Blogueiro sobre o tema)

Comentário do Blogueiro: O Brasil sempre foi visto como um mediador nas relações internacionais, mesmo naquelas mais duras, como no Oriente Médio. Ao tomar esta decisão, Bolsonaro entra na Guerra CONTRA O MUNDO ÁRABE definitivamente. Muito maiores do que as grandes perdas econômicas que teremos, será o custo de colocar definitivamente o Brasil na Rota do Terror Internacional. Há uma Guerra em marcha. É o império americano contra quem ousa enfrenta-lo. E para isto o terror é usado. Ou o que foi o ASSASSINATO DO GENERAL SULEIMANI, senão um ação terrorista de Trump, já que não há guerra declarada. Diga-se aliás, que SULEIMANI foi um dos responsáveis pela aniquilação do Grupo Terrorista Estado Islâmico, ou seja, ele não é terrorista como querem fazer crer. Ele lutava contra o terror.

O Brasil que voltou a entrar na Lista da Fome no mundo com Temer e Bolsonaro, vai agora entrar na Lista dos países terroristas a favor do Império Americano, e como tal atrairá a ira dos que são contra a Dominação do Mundo pelos Americanos.

O Brasil afunda a passos largos. E as elites subservientes parecem aplaudir o afundamento de um dos países mais ricos do mundo.

Lê a seguir a matéria a Revista Fórum dando conta da tal reunião de articuladores do Terror Internacional:

Reunião, que acontece no início de fevereiro, será usada por Donald Trump para pressionar a comunidade internacional a apoiar a ofensiva contra o Irã e pode arrastar o Brasil para o epicentro da crise entre os dois países. Diplomatas condenam posição de “lacaio” do Brasil em relação aos EUA

Donald Trump, Helio Negão e Bolsonaro (Reprodução)Por Redação

Sob o comando diplomático do olavista Ernesto Araújo, o governo Jair Bolsonaro está arrastando o Brasil para o centro da crise instalada após o ataque dos Estados Unidos que assassinou o general iraniano Qassem Soleimani, chefe da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã.

Após emitir nota apoiando a ação, o Brasil vai sediar nos dias 5 e 6 de fevereiro um encontro entre aliados militares dos EUA, que será usado por Donald Trump para pressionar a comunidade internacional a apoiar a ofensiva contra o Irã.

Diplomatas ouvidos pelo jornalista Jamil Chade, do Portal Uol – que pediram para não terem suas identidades reveladas por temerem retaliações de Araújo -, dizem que a nota em apoio às ações de guerra dos EUA rompe com a tradição diplomática brasileira, que sempre prezou pelo diálogo, colocando o país numa posição de “lacaio”.

“Ninguém respeita quem adota uma posição de lacaio. Em vez de defender os interesses do país, defendem os interesses americanos. Assim, nenhum país pode ser respeitado”, disse um embaixador.

Segundo o jornalista, oficialmente, a reunião faz parte do Processo de Varsóvia, para debater assuntos relacionados aos refugiados em todo o mundo, mas que a maioria dos países vêm no encontro que acontece no Brasil o objetivo único de conter o Irã. Tanto que China, Rússia e França se recusaram a participar do processo.

Aliados dos EUA na região, Israel, Afeganistão, Bahrein, Jordânia, Emirados Árabes e Arábia Saudita devem marcar presença no encontro.

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