Petróleo/PETROBRAS

Diesel subiu 165% desde 2019.A Culpa é do PPI . Assista o vídeo, veja o que é e como acabar com ele!

“Bolsonaro mente mais uma vez quando diz não poder mudar o PPI, política que reajusta preços de acordo com a variação do petróleo no mercado internacional, oscilação cambial e custo de importação”, diz Deyvid Bacelar, Funcionário da PETROBRAS.

PPI – É a Sigla para a Política de Paridade de Preços Internacional adotada depois que tiraram o PT e a Dilma do Poder. O Brasil é AUTOSUFUCIENTE, produz todo o PETRÓLEO que Precisa e em REAIS.

Por isto não o Preço não precisaria estar vinculado ao Dólar. E durante os Governos do PT, não Esteve. Os preços dos Combustíveis eram Controlados pelo Governo. E podem voltar a ser. Mas Bolsonaro e quem o financia, não quer.

Com os Governos do PT, todo mundo ganhava com a PETROBRAS. Os Preços subiam menos, a PETROBRAS investia muito dinheiro no Desenvolvimento dela Própria, como o PRÉ SAL, e também no desenvolvimento de áreas como a dos Fertilizantes, produzidos a partir do Petróleo, que agora ficamos dependentes da…Rússia.

Com o PT, Ganhava o Acionista majoritário, o Povo e a Nação, mas não deixavam de ganhar os outros acionistas. Agora só ganham os acionistas. o Povo paga a conta!

Dá pra Acabar com o PPI. Mas tá claro que Bolsonaro não quer acabar. Então, para os Brasileiros que são : Caminhoneiros e os que não são, só tem um Jeito: #LulaPresidente!

Assista o Vídeo e siga lendo:

Anunciado ontem (9), o novo aumento no preço do diesel nas refinarias, de 8,87%, provocou indignação dos caminhoneiros. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou que “é mais uma medida com impactos cruéis sobre a inflação”. Segundo o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar, a alta “contribui ainda mais para a explosão dos preços da comida dos brasileiros”.

Apesar de Bolsonaro agora criticar a alta do preço, este não é fixado por lei, como o chefe de governo quer fazer crer. Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

A inflação, que não para de subir desde meados de 2020, já corroeu um terço do poder de compra dos salários, considerando-se o período a partir de 2017. “Bolsonaro mente mais uma vez quando diz não poder mudar o PPI, política que reajusta preços de acordo com a variação do petróleo no mercado internacional, oscilação cambial e custo de importação”, diz Bacelar no site da entidade.

“A Petrobras não é forçada a utilizar o PPI”, acrescenta o dirigente, em alusão ao preço de paridade de importação (PPI) em vigor desde o governo de Michel Temer. Para ele, Bolsonaro não muda tal política para não desagradar os acionistas privados, que têm no sistema de reajuste “a garantia de altos lucros gerados pela estatal, cuja diretoria é nomeada pelo próprio presidente da República”.

De acordo com a FUP, só no governo Bolsonaro, de janeiro de 2019 até hoje, a gasolina já acumula 155,8% de aumento nas refinarias, o diesel subiu 165,6%, e o GLP aumentou 119,1%, com o preço médio do botijão de gás de cozinha acima de R$ 120,00.

Bolsonaro de 2018 vs. Bolsonaro de 2022

Apesar de Bolsonaro agora criticar a alta do preço, este não é fixado por lei, como o chefe de governo quer fazer crer, “tentando tirar o corpo fora do problema”, anota a FUP.

Em 2018, Bolsonaro defendeu que “apenas a paralisação (que estava sendo organizada na época) poderá forçar o presidente da República a dar uma solução para o caso”, conforme disse o Bolsonaro candidato na ocasião. Em maio daquele ano, o protesto do então postulante à Presidência era contra o aumento do preço médio do litro do diesel nas refinarias de R$ 2,3488 para R$ 2,3716.

Caminhoneiro arrependido

Já a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), em nota, afirmou que “essa luta pelo fim do PPI não é só dos caminhoneiros, mas sim de toda a população brasileira, principalmente os mais vulneráveis e a classe média”. O presidente da Abrava, Wallace Landim, conhecido como Chorão, é apoiador “arrependido” de Bolsonaro. Ainda em 2018, o líder dos caminhoneiros disse que sua categoria foi “traída” por Bolsonaro e declarou, à época, que se arrependera de ter apoiado o vencedor da eleição em 2018.

Em vídeo distribuído hoje à sua base, o dirigente declarou-se “indignado” com o reajuste do diesel. “Gente, não podemos ficar quietos”, afirmou. “Nós precisamos fazer alguma coisa.”

A FUP diz que Bolsonaro é “cara de pau” ao se dizer “indignado” com a alta dos preços praticados pela gestão da Petrobras de seu próprio governo. A estatal, uma empresa de economia mista, é controlada pelo Estado brasileiro. “Sem o menor constrangimento, o presidente Bolsonaro ainda debocha da situação, ao esconder que o único responsável pelos aumentos absurdos nos preços dos combustíveis é ele mesmo”, continua a entidade.

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