Se Vorcaro e outros figurões financiadores do Crime Organizado estão presos, Isto se Deve a Ação da Polícia Federal, por que Lula liberou para investigar crimes em todas as Esferas privadas e públicas de poder. Bem diferente de Bolsonaro, que interviu várias vezes n PF para impedir investigações sobre parentes e sabe-se lá mais quem.
A PEC da Segurança Pública aprovada ontem na CCJ do Senado, é uma arma poderosa para acabar de vez com o Crime Organizado no país, acabando TODOS com os donos e os financiadores do Crime Organizado.
O Crime Organizado comandado por banqueiros e próceres capitalistas da Faria Lima corrompe as instituições, desde a Câmara de Vereadores da pequena Cidade, até o mais alto escalão do judiciário, como esta óbvio na lambança que envolve desde Juízes do STF até Deputados e Senadores da República.
Até mesmo a Democracia e a Soberania Nacional estão em rico com este grau de corrupção.
O papel de Lula no fim da blindagem e a investigação do crime organizado
A atuação das instituições de controle no combate aos crimes de colarinho branco e à infiltração de redes criminosas na economia, na política e até no judiciário é reflexo direto dessa autonomia republicana. O avanço das apurações tem atingido alvos que antes pareciam intocáveis:
Infiltração empresarial e o crime organizado: A Operação Carbono Oculto expôs a complexa engrenagem em que setores da elite empresarial se conectaram ao crime organizado, utilizando o mercado formal de combustíveis, engenharia financeira e estruturas de lavagem de dinheiro para sustentar esquemas milionários.
A elite política no alvo: A atuação do sistema judiciário e policial tem mostrado que o topo da política não está mais imune.
O Caso Master, envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, revelou transações financeiras e repasses milionários destinados a figuras proeminentes.
Relatórios do Coaf e apurações jornalísticas indicaram repasses milionários que alcançaram a família do ex-presidente Jair Bolsonaro — com negociações e transferências milionárias efetuadas pelo banqueiro ao senador Flávio Bolsonaro sob a justificativa de financiamento de projetos audiovisuais —, exemplificando como a elite política passou a ser devidamente checada e responsabilizada.
O Judiciário sob escrutínio público: As ramificações e escutas relacionadas ao setor bancário e político também trouxeram à tona discussões sobre relações de influência, contratos e condutas no próprio topo do Poder Judiciário.
Citações e análises que envolvem diálogos, contratações e proximidade com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) — como os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e André Mendonça — evidenciam que a cobrança por transparência e a atuação da fiscalização não poupam sequer a mais alta corte do país.
PEC da Segurança Pública: Asfixia financeira contra a impunidade
Para consolidar e institucionalizar esses avanços de forma permanente, a gestão Lula aposta no fortalecimento da PEC da Segurança Pública.
A medida propõe constitucionalizar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), integrar bancos de inteligência entre a União e os estados e amplificar a capacidade da Polícia Federal no combate ao crime organizado transnacional e aos crimes financeiros.
O objetivo estratégico da proposta é asfixiar o financiamento do crime e impedir que recursos desviados da sociedade abasteçam cofres de magnatas, banqueiros ou redes de influência ilícita.
O desafio da igualdade perante a lei
A pergunta estampada no título — se a cadeia é de fato o destino final para banqueiros, empresários, políticos e juízes que cometem crimes — sintetiza o compromisso de maturidade da democracia brasileira.
A continuidade da autonomia institucional garantida pelo governo Lula, aliada à consolidação da PEC da Segurança Pública, busca assegurar que a lei seja aplicada com o mesmo rigor a todos, reafirmando que ninguém está acima do Estado republicano.
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