Lava Jato

Aloysio, Renan e Gilmar Mendes criticam Moro e a Lava Jato

Pegou os petistas, mesmo sem provas, agora já cumpriu seu papel e deve sair de cena. Vá que resolva pegar os corruptos de verdade do PSDB,PMDB,DEM, etc… Moro vai pro lixo da história, assim como Joaquim Brabosa, que condenou petistas como José Dirceu, sem prova nenhuma, mas não apontou e nem condenou nenhum tucano, contra os quais as provas eram evidentes. Comentário do Blogueiro. A seguir vai matéria do Brasil 247

Depois de Gilmar Mendes falar em limites para o que considera abuso de prisões preventivas, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), líder do governo Temer no Senado, fez uma crítica direta ao juiz Sergio Moro, ao falar sobre o projeto que tipifica abusos de autoridade; “O juiz Moro, que se acha o superego da República, tem que dizer quais artigos do projeto da lei do Abuso do Poder (quando ficar pronto), impedem a ação da Justiça”; Moro já afirmou que esse projeto representa um golpe na magistratura e ontem, ao participar de uma palestra, disse que o Congresso tem que mostrar de que lado está no combate à corrupção; reações de Gilmar e Aloysio sinalizam que, depois da queda do PT, a oligarquia política pretende impor freios ao juiz paranaense.

Depois de consumados o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a derrocada do PT nas eleições municipais de 2016, a oligarquia política brasileira já trabalha para impor freios ao juiz Sergio Moro, do Paraná, que conduz a Operação Lava Jato.

É o que fica claro na declaração do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), líder do governo Temer no Senado, ao jornalista Ilimar Franco, colunista político do Globo.

Aloysio, que já foi citado em planilhas de empreiteiras, fez uma crítica direta ao juiz Sergio Moro, ao falar sobre o projeto que tipifica abusos de autoridade.

“O juiz Moro, que se acha o superego da República, tem que dizer quais artigos do projeto da lei do Abuso do Poder (quando ficar pronto), impedem a ação da Justiça.”

Moro já afirmou que esse projeto representa um golpe na magistratura e ontem, ao participar de uma palestra, disse que o Congresso tem que mostrar de que lado está no combate à corrupção.

Ontem, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que é preciso impor limites ao que considera abuso de prisões preventivas.

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