Luta de classes/trabalho

DESEMPREGO, TRABALHO PRECÁRIO E POBREZA AUMENTAM, MAS RICOS GANHAM CADA VEZ MAIS

Cada vez MENOS trabalhadores de Carteira Assinada, apesar da Reforma Trabalhista . E os desempregados vão se virando como podem. Trabalho informal, sem carteira assinada e sem nenhum direito, é alternativa e quase 2 milhões de trabalhadores que perderam seu trabalho de carteira assinada já foram por este caminho. Se juntam aos mais de 20 milhões que já estavam desempregados no Brasil por conta das medidas de arrocho e do fechamento de empresas provocados pelo golpe e pela Lava Jato. Sabe aquele papo de  “Luta de Classes”. É isto, de forma bem didática: O povo sofrendo as consequências do golpe, caminhando para um regime de semi escravidão e os ricos de verdade ganhando cada vez mais dinheiro. E tem trabalhador que ganhava um pouco mais (a tal Classe média assalariada) que se juntou aos bilhardários para derrubar a Dilma e o PT, cujos governos haviam posto o Brasil como sexta economia do mundo e a taxa de desemprego era a menor de toda a história. Tem que desenhar?

Leia artigo da Rede Brasil Atual

Emprego informal cresce e vagas com carteira diminuem

Em um ano, foram criadas 1,8 milhão de vagas, nenhuma com carteira assinada. Número de desempregados é estimado em 12,7 milhões. Ministério do Trabalho não divulga dados
IVAN BUENO/ APPA
emprego no brasil

Em 12 meses, cresceu a ocupação na indústria (558 mil, 5%). Houve queda na construção civil (281 mil, -4%)

São Paulo – A taxa de desemprego ficou em 12,2% no trimestre encerrado em janeiro, estável em relação ao período fechado em outubro e um pouco menor na comparação com um ano antes (12,6%), segundo o IBGE. O país tem estimados 12,689 milhões de desempregados, menos 231 mil em 12 meses. Contudo, as vagas abertas seguem sendo direcionadas ao trabalho informal.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em um ano 1,617 milhão de pessoas entraram na força de trabalho, enquanto o mercado criou 1,848 milhão de vagas, resultando na diminuição de 231 mil desempregados. Mas, ainda na comparação com janeiro de 2017, essas vagas vêm, basicamente, do trabalho por conta própria e do emprego sem carteira: 986 mil (4,4%) e 581 mil (5,6%), respectivamente.

A ocupação também aumentou nesse período no serviço público (317 mil) e no doméstico (267 mil), de menor remuneração. O emprego com carteira fechou 562 mil postos de trabalho, queda de 1,7%.

Um ano atrás, os empregados com carteira assinada no setor privado (33,296 milhões) eram 37,7% dos ocupados – agora, representam 36,3%. Os sem carteira (10,987 milhões) passaram de 11,6% para 12% e os autônomos (23,182 milhões), de 24,7% para 25,3%.

Entre os setores, também em 12 meses, cresceu a ocupação na indústria (558 mil, 5%) e em algumas atividades de serviços. Houve queda na construção civil (281 mil, -4%).

Estimado em R$ 2.169, o rendimento médio ficou estável. A massa de rendimentos (R$ 193,8 milhões) cresceu 3,6%.

São Paulo

A taxa na região metropolitana de São Paulo foi de 16,2% em  janeiro (17,1% em igual mês de 2017), segundo a pesquisa da Fundação Seade e do Dieese. O número de desempregados foi estimado em 1,758 milhão, menos 125 mil em um ano. Essa redução não vem da criação de vagas, mas da saída de pessoas à procura de trabalho. O rendimento médio dos ocupados foi estimado em R$ 2.033, queda de 2,1%.

Entre as regiões, a taxa foi maior na chamada sub-região leste, que inclui municípios como Guarulhos, Arujá, Suzano e Mogi das Cruzes: 18,6%. Também ficou acima da média na sudeste, onde se localiza o Grande ABC (17,4%). Foi menor na capital (15,6%).

Caged

O Ministério do Trabalho não divulgou os dados de janeiro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Normalmente, os resultados são divulgados entre os dias 20 e 25 do mês seguinte. A pasta diz que ainda não há previsão de quando isso irá ocorrer.

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